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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O SHABAT NO "NOVO TESTAMENTO"


O SHABAT NO "NOVO TESTAMENTO"

Texto elaborado a pedido do caro participante e seguidor do Blog, Samuel Alves, desde já peço desculpas por ser o texto não tão aprofundado como eu gostaria que fosse mas será útil para melhor entender o Shabat seja no "Antigo" ou no "Novo Testamento"




Os que insistem em pregar que o Shabat passou, e que os cristãos estão hoje desobrigados de sua observância, afirmam apoiarem-se nos ensinamentos de Yeshua ou dos apóstolos para justificarem tal mudança na Lei ou até mesmo a sua extinção. Mas Yeshua realmente ensinou que o Shabat não mais deveria ser guardado? Ele aboliu este mandamento, e colocou o domingo em seu lugar, como o dia de adoração para os cristãos?
Vejamos o que diz as Santas Escrituras, pois o Shabat aparece mais de 60 vezes no (“Novo Testamento”).

Vamos analisar agora as passagens que tratam sobre o Shabat:

a) Mt 12:1-14 (cf. Mc 2:23-3:6; Lc 6:1-11)

Nesta passagem Yeshua é interrogado por estar colhendo espigas no Shabat´, sendo que tal pratica não é roubo se feita a coleta com as mãos e não com foice para se alimentar de imediato conforme prescrito na Torah em Levítico 19:9, 23:22 e Deut. 23:25, 24:19.

Os P’rushim (Fariseus) condenam esta ação não levando em conta a liberalidades da Torah e nem a necessidade de preservação da vida quando Yeshua e seus Talmidim (discípulos) precisaram se alimentar, pois tais P’rushim haviam sobrecarregado o Shabat com inúmeras “mini-leis” ou como se diz no judaísmo “leis de cerca” ou “Syag L‘Torah”, que deveriam auxiliar a observância desse dia sem perigo de transgressão de maneira a ter que ser aplicada a pena capital (Nm. 15:32-36).

Diante da situação Yeshua, então, responde com a famosa frase: “O Filho do Homem é Senhor do Shabat”, aqui se é necessário verter a frase para o hebraico para se entender o que Yeshua quis dizer: “Ha Ben-Adam Adon Le Shabat” o termo Ben-Adam pode ser entendido como filho do homem ou apenas como Ser Humano, este é o mais comum, e tal interpretação é fácil de se compreender com o uso paralelo do texto de Marcos 2:27-28 que diz que o Shabat foi feito para o homem e não o homem para ser escravizado por regras adicionadas pelo próprio homem acerca do Shabat, sendo assim o homem (Ben-Adam = Ser Humano) que é senhor do Shabat, mas não para corrompe-lo e aboli-lo mas sim para usá-lo de maneira a benefício da vida e não em detrimento da vida,
entenda-se isso como se você for morrer por causa de uma proibição legal você tem obrigação de manter a sua vida e violar a proibição, mas se você for morrer e a proibição a ter que ser cumprida pode lhe causar morte espiritual se violada, você tem que escolher a morte física para não obter a morte espiritual que é eterna, assim como os amigos de Daniel e o próprio Daniel na corte babilônica escolheram ir para fornalha e a cova dos leões respectivamente por não violar o mandamento de adorar a outro que não fosse o D-us de Israel, e vemos que Yeshua usa o dia de Shabat para fazer o bem e curar os oprimidos, sendo que tal atitude não é proibida nem na Torah Escrita (Pentateuco) e nem na Torah Oral ( Mishná + Guemará = Talmude) e pelo contrario há uma seção inteira sobre a necessidade de se preservar a vida e trazer cura mesmo que isso se de no Shabat, sendo que a vida é mais importante que o Shabat, mas para tais procedimentos é necessário haver parâmetros que devem ser reconhecidos e respeitados pela sociedade e isso que acontecia nos Tempo de Yeshua com o diferencial de haver alguns dos P’rushim (Fariseus) que eram exageradamente legalistas e se importavam mais com a letra da Lei do que a Essência da Lei e era a este grupo que Yeshua se referenciava como sendo hipócritas.

Outro fato é o papel de Yeshua como sendo a Palavra de D-us pronunciada em Gênesis 2:3 onde há a Santificação e Benção sobre o Shabat, sendo que Ele é a pronuncia de tal mandamento ele também poderia ter a autoridade de mudar o mandamento, mas isso feriria toda a interpretação Bíblica que assegura que tanto D-us e a sua Palavra são imutáveis e não ficam variando sobre o que já foi determinado como se o Nosso D-us fosse homem ou filho do Homem para que se arrependa de alguma coisa (Nm. 23:19), sendo assim tal declaração de Yeshua ser o Senhor do Shabat não dá nenhuma margem para que o Shabat fosse abolido ou minimizado; apenas demonstra que Yeshua possui uma autoridade superior àquela que os P’rushim (fariseus) estavam dando a Ele, ou seja, para os P’rushim (fariseus) Yeshua não passava de um impostor, mas o Mestre demonstrou o erro dos “doutores”, ao declarar que o Shabat era um dia santifica e abençoado por Ele como sendo a Palavra de D-us, por isso, Ele tinha autoridade para melhor explicar a essência do Shabat e quais as sua implicações e graus de comparabilidade entre os demais mandamentos.

Em seguida, surge a situação da cura do homem da mão ressequida. Yeshua já sabia muito bem que os P’rushim (fariseus) não concordariam com uma cura realizada no Shabat, mas o Senhor pela capacitação da Ruach HaKodesh conhecia o coração hipócrita desses líderes, que estavam dispostos a sacrificar uma vida humana em defesa da Literalidade da Lei e não de sua Essência mas não achavam errado socorrer um animal ferido no Shabat, quando isso pudesse trazer algum retorno financeiro para eles.

Revemos aqui que em Marcos (2:27) Yeshua declara que o “sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado”. Isto é perfeitamente compreensível e verdadeiro, pois tudo neste mundo (natureza, animais, igreja, família, sexo, salvação, Shabat, perdão, etc.) foi criado por D-us para benefício da Sua mais importante criatura – o Homem. Tudo foi feito “por causa”, ou seja, em benefício do Homem. Dizer que nesta declaração Yeshua está afirmando que não precisamos obedecer o mandamento do Shabat é, no mínimo, um desprezo às mais elementares regras de interpretação de texto.

b) Mt 24:20

Esta é uma passagem que demonstra a verdadeira noção de importância que Yeshua dava ao dia de descanso. Nesta profecia, o Senhor declara que a fuga dos discípulos nos períodos de tribulação não deveria ocorrer no Shabat, pois isto certamente os encontraria desprevenidos por estarem envolvidos na preparação e santidade deste dia. Yeshua foi tão preciso em Sua profecia, que o exército romano entrou e destruiu Jerusalém no ano 70 d.C., ou seja, aproximadamente 40 anos após Yeshua ter feito a declaração de Mt 24:40. Que importante e inquestionável testemunho da validade que o Shabat tem na vida de adoração do crente, mesmo após a ressurreição do Salvador. Yeshua desejava que o Shabat permanecesse como dia de adoração, mesmo após Sua morte e ressurreição, como fica evidente pela leitura desta passagem. Este é um dos muitos versos que os inimigos do Shabat nem mencionam, pois não conseguem explicá-lo sem distorcer o real sentido da passagem.

c) Mt 28:1-10 (cf. Mc 16:1-11; Lc 24:1-12; João 20:1-10)


Este texto trata da ocasião em que Yeshua foi crucificado e ficou durante o Shabat na sepultura. Novamente, em nenhum momento há qualquer menção sobre a abolição do Shabat para os cristãos. Há o relato histórico de que foi num dia da preparação para o Shabat – Mc 15:42 que Yeshua foi crucificado, permanecendo durante todo este dia na sepultura, e ressuscitando apenas ao por do sol do Shabat.

d) Lc 4:16

Que texto maravilhoso! Uma declaração absolutamente clara de que era “costume”, ou seja, era um hábito normal de Yeshua estar na sinagoga (a congregação da época) no dia de Shabat. Ele, como Mantenedor de tudo como sendo a Palavra de D-us, não poderia deixar de lado algo que Ele mesmo ao ser pronunciado criou, santificou, abençoou e deixou como exemplo para toda a humanidade. Este é outro texto que os inimigos do Shabat não conseguem argumentar contra, sem distorcer o que a Bíblia está ensinando.

e) Lc 13:10-14:6 (cf. João 5:9-9:16)

Novamente Yeshua é interrogado sobre a legalidade de se realizarem curas no Shabat. É evidente que não se pode usar o Shabat como desculpa para não operar o bem ao próximo. Os P’rushim (fariseus), porém, atolados em sua hipocrisia e ganância, preferiam “fechar os olhos” para algo tão claro, revelado no amor de D-us. O texto é muito claro em dizer que os P’rushim (fariseus) “nada puderam responder” à Yeshua (cf. Lc 14:6).

f) Lc 23:56

Outro verso para o qual os inimigos do Shabat não conseguem dar uma explicação eficaz e verdadeira, sem distorcer o texto bíblico. Se Yeshua REALMENTE havia ensinado ou insinuado que o Shabar era desnecessário na nova aliança, e que o “tempo da graça” havia chegado, por que estas mulheres continuaram guardando-o? Não havia chegado a hora de coloca este “jugo” de lado, como o dizem muitos hoje?

Estas santas mulheres, que permanecerem ao lado de Yeshua durante Seu ministério terrestre; que ouviram os ensinamentos divinos dos lábios do próprio Senhor; que sabiam das respostas que Yeshua havia dado aos P’rushim (fariseus) acerca do tema do Shabat, como vimos anteriormente; que presenciaram a crucifixão do Seu Mestre; estas mulheres não abandonaram o mandamento do Shabat quando Yeshua morreu, e muito menos adoraram no domingo, como fazem os pseudo seguidores de Yeshua da atualidade. Elas permaneceram fiéis à Lei do Senhor, e “descansaram segundo o mandamento” (cf. Êx 20:8-11). Mais claro que isso é impossível...

Os inimigos do Shabat sempre citam a passagem de João 20:19 para apoiarem sua teoria de que os discípulos trocaram o Shabat pelo domingo, após a ressurreição do Mashiach. Basta uma leitura sincera do texto para ver que o motivo que levou os seguidores de Yeshua a estarem reunidos naquele dia era o “medo dos da Judéia”. Não estavam ali fazendo uma missa ou culto de adoração, mas estavam era se escondendo da perseguição que já estava sendo iniciada.

É muito fácil distorcer o texto bíblico para favorecer um pensamento pessoal de um indivíduo ou denominação. Mas o Espírito Santo ajuda àqueles que, sinceramente, buscam descobrir a verdade acerca do viver que agrada ao Senhor. Não encontramos em nenhum lugar da Bíblia a palavra “domingo”, nem qualquer menção à mudança do sétimo para o primeiro dia da semana, nem por Yeshua, nem pelos Seus apóstolos.

O Shabat no Livro de Atos

Este livro é muito esclarecedor porque nos mostra um resumo de como era a vida na Igreja que estava iniciando seus primeiros passos. Certamente é no livro de Atos que poderemos encontrar alguma base de autoridade para a rejeição atual do Shabat, se é que existe tal base.

Atos 1:12 – Esta é a primeira menção ao Shabat no livro de Atos, apenas fazendo referência ao costume de andar uma curta distância durante este dia (aproximadamente 1 Km), nota-se que Lucas mesmo ao se tornar um seguidor de Yeshua a mais de vinte anos, que a data posterior do livro de Atos ele ainda se utiliza de argumentação tradicional judaica, nota-se que ele é um prosélito sendo que não precisaria se utilizar de certas terminologia judaicas mas mesmo a despeito de ser um gentio convertido e seguidor de Yeshua ele não se faz de estranho a cultura judaica.

13:14 – Os discípulos procuram uma sinagoga para pregar. São acolhidos com atenção e aproveitam para pregar sobre Yeshua (vv. 16-41), acrescentando que em todos os Shabat são lidos os ensinamentos de D-us nas sinagogas (v. 27), aqui vemos a antiguidade da liturgia de se estudar uma Parashá (Porção da Torah) e uma Haftará (Porção dos Profetas) todos os Shabatot.

13:42 – Os discípulos receberam o convite tanto de gentios como dos judeus (v. 43) para retornarem no próximo Shabat, e continuarem a maravilhosa pregação sobre Yeshua.

13:44 – Quase toda a cidade veio no Shabat seguinte para ouvir o que os discípulos tinham ainda para falar. Percebemos que não eram todos judeus, pois estes estavam tentando desfazer a pregação dos discípulos diante da multidão (v. 45). Vemos que a Sinagoga era o reduto daqueles que temiam a D-us entre os gentios por isso a pregação ao Shabat nas Sinagogas se tornou importantíssimo para a disseminação maciça do evangelho entre as nações, imagine se não houvesse um dia especifica de reunião para a adoração ao verdadeiro D-us, onde tais gentios tementes a D-us receberiam a mensagem restauradora de suas almas, com certeza que não seria num templo pagão, ao menos não neste inicio tão conturbado de perseguição.

15:12-21 – Esta é uma passagem reveladora, pois foram determinadas algumas coisas que não mais poderiam ser impostas sobre os gentios conversos ao cristianismo. Pergunta-se: Por que os apóstolos não incluíram o Shabat entre os temas proibidos???? Não dizem hoje que eles trocaram o Shabat pelo domingo, logo após a ressurreição???? Fica evidente que os inimigos do Shabat hoje em dia estão mais interessados em tradições humanas, do que seguir os princípios que os discípulos de Yeshua demonstravam em sua própria vida.

O verso 21 em especial mostra que as quatro proibições eram apenas iniciais e deviam ser respeitadas mesmo sem entendimento prévio dos que se achegavam a fé em Yeshua como o Mashiach, mas o entendimento das demais leis e mandamentos seria explicado gradativamente aos novos fieis a cada Shabat nas Sinagogas que desde de muito tempo sempre teve alguém disposto para ensinar a Lei e os profetas.

16:11-15 – Alguns dizem que os discípulos pregavam no Shabat apenas para aproveitar as sinagogas judaicas. Mas a passagem em questão revela claramente que não era este o real motivo. Paulo, como você sabe, foi um apóstolo que não conviveu pessoalmente com Yeshua, tendo sido convertido alguns anos após a ressurreição do Mestre. Paulo é encontrado aqui neste texto procurando “um lugar de oração”, no Shabat, afastado da cidade. Por que??????????? Será que o Espírito Santo não havia orientado o apóstolo a abandonar os “rudimentos” do judaísmo, como dizem os inimigos do Shabat? Fica muito claro para o leitor sincero que Paulo, um dos maiores apóstolos de Yeshua, nunca ensinou a abolição do Shabat, e ele mesmo vivia a santidade deste dia especial por onde quer que andasse.

17:1-3 – Novamente, Paulo é visto aproveitando o Shabat para pregar a salvação em Yeshua àquelas cidades.

18:1-4 – O apóstolo da graça e dos gentios tinha uma profissão – fazer tendas, o texto é claro ao dizer que Paulo ia à Sinagoga nos Shabatot, como fica evidente pelo texto bíblico, ele se dirigia ao local de adoração para pregar sobre a salvação em Yeshua. Percebe-se facilmente (basta ler sem preconceitos) que não era apenas para encontrar os judeus que Paulo ia à Sinagoga no Shabat, pois o próprio texto afirma que ele pregava também aos gregos neste dia, e bem sabemos que os gregos não santificavam o Shabat.

19:17-27 – Nesta passagem, Paulo afirma enfaticamente que estava de consciência limpa porque ensinara TUDO que era importante para os gentios viverem uma vida de verdadeiros princípios bíblicos, bem como mostrara para eles TODO o desígnio de Deus para suas vidas. Mas em NENHUM momento ele fala para eles abandonarem o Shabat e adorarem o Senhor no domingo. Que interessante!


O Shabat tratado nas Epístolas de Paulo pode ser encontrado no artigo e nos comentários feitos neste Blog no seguinte Link : http://judeu-autonomo.blogspot.com/2011/11/analise-superficial-de-colossenses-216.html

O Shabat em Apocalipse

Apocalipse 1:10 não tem referência ao Shabat mas em grego não tem segredo como segue: ἐγενόμην ἐν πνεύματι ἐν τῇ κυριακῇ ἡμέρᾳ καὶ ἤκουσα ὀπίσω μου φωνὴν μεγάλην ὡς σάλπιγγος “egenomēn en pneumati en tē kuriakē ēmera kai ēkousa opisō mou phōnēn megalēn ōs salpingos” - “Fui levado em espírito ao dia do SENHOR, e ouvi detrás de mim voz grandiosa, como de um Shofar (Trombeta)”.

O problema corrente da má interpretação se deve a locução “en tē kuriakē ēmera”, que quer dizer “no dia do Senhor” ou “ao dia do Senhor”, sendo que a contextualização é o melhor caminho para se decidir se Yochanan (João) está falando que ele foi levado num dia semanal ou à um determinado dia que profeticamente é chamado de o “DIA DO SENHOR”.
Eu como judeu poderia ser tendencioso e dizer que Yochanan está falando do Shabat pois em toda a Bíblia o único dia semanal chamado de Dia do Senhor é o Shabat, tanto que Yeshua disse que ele mesmo é o Senhor do Shabat e não do domingo, mas sejamos sinceros, será que Yochanan em meio ao exílio na Ilha de Patmos iria dar um dado tão supérfluo de que dia da semana ele estaria tento a visão? Acho que o intuído dele era mais profundo; o intuído dele ao meu ver segundo o contexto, foi de dizer que ele foi levado em espírito á vislumbrar o “Grande e Terrível Dia do SENHOR” que segundo inúmeras passagens proféticas se refere ao dia que o SENHOR começará o julgamento da Terra antes mesmo do arrebatamento e da Implantação do Reino Messiânico por Yeshua.
Vemos no contexto, diversos elementos que profeticamente estão ligados ao “Grande e Terrível Dia do SENHOR”, como a menção do shofar, a descrição do Filho do Homem como em sua forma Final e Eterna com roupas de Realeza e etc....
E por tudo o que Yochanan relata nesse Livro podemos ver que tudo faz referência ao que antes fora profetizado pelos santos Profetas do Senhor e intrinsecamente ligado ao derradeiro “Grande e Terrível Dia do SENHOR” conforme podemos comprovar pelas seguintes passagens que citam o dia de julgamento pela alcunha de “O DIA DO SENHOR” : Ez. 7:19; 13:5, Jl. 1:15; 2:1,11,31; 3:15, Am. 5:18,20; 8:9, Ob. 1:15, Sf. 1:7, 14-18, Zc. 14:1 e Ml. 4:5 e mesmo no “Novo Testamento” tem referências a este dia como em Atos 2:20, I Cor. 5:5, I Tes. 5:2-4, II Tes. 2:2 e II Pe. 2:10.

14:6-7 – Interessante notar que a mensagem que o 1º anjo recebeu para levar a todo o mundo era uma exortação para adorarem a D-us como “Criador” de todas as coisas. O mais curioso é que o único mandamento que revela o motivo pelo qual o Senhor deve ser adorado é o 4º - o do Shabat (cf. Gên. 2:1-3; Êx 20:8-11), e praticamente a mesma seqüência de palavras é utilizada em ambas as passagens (cf. Êx 20:11; Ap 14:7), ou seja, devemos adorar Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e tudo o mais. Coincidência? Não. A Bíblia é um livro de “providências”.

Os santos de D-us, no Apocalipse, são retratados como sendo aqueles que “guardam os mandamentos de D-us” (cf. 12:17; 14:12; Sal. 119:152). E a Bíblia considera a guarda dos mandamentos como sendo válida SOMENTE quando TODOS os mandamentos são obedecidos, inclusive o 4º (cf. Tg 2:10-11).


Como pudemos ver no texto bíblico, não há uma única palavra autorizando a abolição do Shabat, pelo contrário, vemos que TODOS os discípulos de Yeshua continuaram guardando este dia, mesmo muitos anos após a Sua morte, como foi o caso de Paulo, por exemplo.

Há algumas passagens que tratam do primeiro dia da semana. Mas, será que elas autorizam alguma mudança? Vejamos...

a) “No findar do Shabat, ao entrar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro” (Mt 28:1). O verso apenas diz que elas foram ao sepulcro no primeiro dia da semana, após o Shabat, pois elas haviam descansado no Shabat em obediência ao mandamento (cf. Lc 23:54-56). O verso nada fala sobre a santidade do domingo após a ressurreição de Yeshua.
Outro ponto sobre isso é que o primeiro dia da semana naquelas época não era à meia noite do sétimo dia mas sim após o por do sol do sétimo dia, sendo assim Yeshua ressuscitou para celebrar a Havdalá ao fim do Shabat (Mt. 28:1 e Lc. 24:1) e não no domingo posteriormente instituído, pois até então o nome do dia era primeiro dia (Yom Rishon).

b) “E, muito cedo, no primeiro dia da semana, ao despontar do sol, foram ao túmulo” (Mc 16:2). Outro verso que apenas faz o relato de que as mulheres foram ao sepulcro no primeiro dia da semana, e apresenta que só foram neste horário porque o Shabat já havia passado (cf. Mc 16:1). Nada fala sobre a santidade do domingo, e ainda confirma que elas guardavam o Shabat do Senhor. (Obs. Tal trecho não existe em manuscritos mais antigos, fazendo com que haja desconfiança em sua originalidade, pois “ao despontar do sol” é muito diferente de “ao findar o Shabat”)

c) “Havendo ele ressuscitado de manhã cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual expelira sete demônios” (Mc 16:9). Apenas mais um relato sobre o momento histórico no qual Jesus ressuscitou. Mais uma vez, nada é apresentado sobre a pseudo-santidade do domingo como dia da ressurreição de Yeshua. (Obs. Este trecho também não existe em manuscritos mais antigos, fazendo com que haja desconfiança em sua originalidade)

d) “Mas, no primeiro dia da semana, alta madrugada, foram elas ao túmulo, levando os aromas que haviam preparado” (Lc 24:1). Como o último verso do cap. 23 deixa claro que aquelas mulheres guardavam o Shabat, foi só passar o pôr-do-sol e elas foram ao sepulcro realizar o trabalho que havia sido deixado por fazer, para não se transgredir as horas santas do Shabat do Senhor (cf. Lc 23:54-56). Você vê algo neste verso que autorize a santidade do domingo? Nem eu... (Vemos que tal termo alta madrugada em nada se parece com o despontar do sol que existe em Marcos - Intrigante não é?)

e) “No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu que a pedra estava revolvida” (João 20:1). Apenas a repetição das passagens anteriores. Ninguém está questionando que Yeshua ressuscitou no domingo, mas dizer que por este motivo este dia agora ficou no lugar do Shabat, é acrescentar palavras que não estão no texto Bíblico.

f) “Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos da Judéia, veio Yeshua, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco” (João 20:19). O texto é muito claro em afirmar o motivo pelo qual eles estavam reunidos: o medo dos da Judéia. Não tinha nada que ver com um culto ou missa dominical. O v. 26 diz que oito dias depois portando numa Segunda-Feira e não no domingo posterior, Yeshua Se apresentou novamente para os discípulos. Yeshua encontra-os ainda escondidos dos da Judéia, com as portas trancadas, e aproveita para apresentar-Se a Tomé, que estava ainda duvidando de Sua ressurreição. Nada ainda encontramos sobre a autoridade de mudar o Shabat para o domingo. E olha que este seria um bom momento para Yeshua aproveitar e ensinar para os discípulos que o domingo agora deveria ser o dia de guarda, mas como vemos nos textos não há tal ensino.

g) “No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo, que devia seguir viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite” (At 20:7). O motivo pelo qual os discípulos estavam reunidos neste primeiro dia da semana é revelado no próprio texto bíblico: Paulo estava para viajar no dia seguinte. Nada mais. Não era um culto semanal dominical, pois já vimos que Paulo adorava o Senhor no Shabat (cf. At 16:11-15; 18:1-4; etc.).
Outro ponto discutível é que o tal “primeiro dia” de Atos 20:7 tratava-se na realidade da celebração de Havdalá que nada mais é que o partir do pão após o por do sol do Shabat, sendo que Shaul (Paulo) se prolonga em sua prática que indica que sempre após um dia inteiro de estudo que é costume judaico que se inicia ao amanhecer e se finda ao por do sol, havia entre os seguidores de Yeshua a continuação da celebração que neste caso específico durou até a meia noite, levando Éutico a cair da janela de tão cansado por um dia inteiro de estudo e celebração, mas após Shaul o tê-lo ressuscitado subiram novamente para o cenáculo e Shaul falou até o amanhecer.

 i) “No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for” (1Co 16:2). Este é o ÚLTIMO dos oito únicos versos do Novo Testamento que fala sobre o primeiro dia da semana. Já vimos que as sete passagens anteriores nada falam sobre a autorização para os cristãos mudarem o sábado para o domingo. Resta agora analisar esta última passagem. Paulo está falando sobre uma ajuda que seria enviada para os irmãos da Judéia (v. 1; cf. At 11:28-30). Os irmãos não são orientados a se reunirem no primeiro dia da semana para adorarem ao Senhor. O apóstolo dá uma orientação para separarem sua contribuição “em casa”, muito provavelmente junto com as provisões semanais da própria família. Quando Paulo visitasse a cidade, as ofertas já deveriam estar todas prontas. O fato de os discípulos se reunirem em um dia específico, além do sétimo semanal, não faz de tal dia um substituto do Shabat do 4º mandamento, pois eles se reuniam diariamente (cf. At 5:42). O que torna um dia “santo” é a determinação de D-us, e isto acontece na Bíblia SOMENTE para o Shabat (cf. Gên. 2:1-3; Êx 16:1-10: 20:8-11). E outro ponto a se tecer comentário é sobre
o termo que aparece que é μίαν σαββάτου “Mian Sabbatou” indicando que o período é logo após o por do sol do Shabat, quando as pessoas fossem para suas casas após a guarda do dia sagrado e daí sim eles começariam a fazer o serviço de separação de mantimentos em suas próprias casas para serem levados por Shaul para distribuição entre os pobres, fato este que é uma repetição do que ocorre sem especificação de dia como em At. 11:29, Rm. 15:26 e Gl. 2:10; portanto vemos que nesse texto não temos nada em que se possa generalizar uma simples prática de arrecadação como uma ordenança de mudança de dia sagrado de guarda.


Analisamos as passagens do Novo Testamento que tratam do Shabat, e vimos que TODOS os discípulos e seguidores de Yeshua guardaram este dia normalmente, pois fazia parte do seu dia-a-dia. Não há nenhum cogitação entre os discípulos sobre a mudança do Shabat para outro dia qualquer. Infelizmente, tal pensamento só existe na mente dos que não querem obedecer aos mandamentos do Senhor, opondo-se arrogantemente à Palavra de D-us.

Se nossa base de fé estiver unicamente na Bíblia, e não na tradição ou mandamentos de homens (cf. Mc 7:13; At 5:29), então o único dia semanal que devemos separar para adorar ao Senhor, deixando de lado afazeres seculares e comuns, é o Shabat.

Seja fiel, e D-us abençoará grandemente sua vida; afinal Ele promete: “Grande paz têm os que amam a Tua Lei; para eles não há tropeço” (Sal. 119:165).

Por Metushelach Ben Levy se baseando em diversas fontes bibliográficas.

49 comentários:

  1. Quero dizer que ficou muito embasado no que eu esperava sua visão sobre o shabat, agradeço imensamente por sua pronta atenção, em me ajudar a entender sobre esse assunto que é muito debatido mas pouco compreedido pela grande maioria.

    Não há do que se desculpar, ficou muito bom.

    Deus esteja sempre te dando conhecimento para nos ajudar a ver as Sagradas Escrituras de uma forma muito mais contextualizada e coerente.

    Shalom.

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  2. Samuel Alves,

    Agracemos as suas palavras e ficamos agradecidos a D-us, Bendito seja Ele, por nos proporcionar o meio necessario para auxiliar os que O Temem.

    Estamos a disposição sempre que necessário.

    Shalom.

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  3. Parabenizo vc pelo estudo detalhado e pergunto sobre as pessoas que afirmam que TODO O DIA É DIA DO SENHOR (e portanto devemos guardar todos os dias a Deus, dando o entendimento de domingo a sexta-feira podemos relaxar para com as coisas do Senhor), como posso dialogar dentro da Bíblia e mostrar a importância do sábado, desfazendo esse pensamento confuso?

    Esteja com a paz de Cristo.

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  4. O que quer dizer 2 Co 3:6,14 ; Cristo aboliu a lei?

    grato

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  5. Smith Jr.

    Tal assunto já foi tratado no blog no seguinte link: http://judeu-autonomo.blogspot.com/2010/12/lei-foi-abolida-parte-i.html

    Após lido o artigo e ainda permanecer dúvidas, fique a vontade para perguntar, mas seja pontual em suas questões se for o caso.

    Fique na Shalom de Yeshua HaMashiach.

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  6. Enoque Abraão,

    Se conseguissemos andar em adoração constante em meio a nosso trabalho diário, estudos, relacionamentos familiares e etc.... consequentemente poderiamos dizer que todos os dias são para o Senhor, mas sabemos que não conseguimos dedicar exclusividade para o nosso relacionamento com D-us em meio aos nosso afazeres e portanto é necessario termos um dia especifico para isso, e tal dia é especificado por D-us em Gênesis 2:3 e relembrado ao povo Judeu no Sinai em Exôdo 20:8-11, vemos que além do valor físico do Shabat, além do valor espiritual ele tem um valor de unificação daqueles que verdadeiramente seguem ao D-us de Israel, pois contempla em si um memorial da criação, uma marca temporal na cultura e além de ser uma sombra que aponta para um futuro estado de Completude na instituição do Reino Messiânido de Yeshua na Terra.
    Sabemos que não podemos despender todo o tempo que gostariamos para as coisas de D-us, a menos que sejamos chamados para um ministério especifico em que vivemos 100% de nosso tempo para D-us assim como os Filhos de Arão e os Levitas o faziam, mas do contrário temos que entneder a importância do Shabat para a qualidade de nossa vida de adoração e aprendizagem sobre as coisas de D-us.

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  7. FIQUEI ENCANTADA COM O QUE LI, POIS SOU CATÓLICA E NÃO ACREDITAVA QUE HOUVESSE JUDEU COM ESSA SUA VISÃO. PARABÉNS, CHEGUEI A FICAR ARREPIADA COM TUDO QUE LI. OBRIGADA. AS RELIGIÕES TÊM QUE SE UNIR, ISSO É FATO!
    HELOISA
    HBE3@OI.COM.BR

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  8. Os médicos estão errados ao trabalhar no sábado? Imagine se deixassem de trabalhar? Se os policiais, bombeiros, enfermeiros, socorristas não trabalhassem no sábado como seria? Me explique?

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  9. Robert Neves,

    Não sei se o senhor pesquisou ou apenas chutou mas estas profissôes que o senhor citou são exatamente as tais que juntamente com os militares tem obrigação no Estado Moderno de Israel de não cessarem no Shabat e nos dias de festas de ajuntamento solene e consequentemente de descanso.
    Desculpe, não gostaria de generalizar ou ofender alguem mas é uma constatação, pois o senhor assim como todos os Assembleanos que eu tive a oportunidade de conversar, pela apresentação de seus argumentos são sempre muito obtusos em relação à interpretação e aplicabilidade das regras de cada mandamento da Torah.
    Na Mishná ou em todo o Talmude é possível encontrar a forma mais equilibrada de se obedecer a cada mandamento e como agir em determinados casos onde há dúvidas quanto a prioridade de um mandamento sobre outro. Eu sei que o cristianismos sempre se defende falando que não tem obrigação nenhuma em saber algo de judaismo, assim os argumentos ficam pobres e fracos, não tome isso como ofensa mas entenda que as Escrituras foram Inspiradas por D-us sendo apresentadas primeiramente aos Judeus por meio de linguagem em que os Judeus entenderiam pois a Palavra divina se direciona sempre a uma forma de contextualizações históricas e culturais judaica, não que isso seja mérito do povo mas por Determinação Divina, assim sendo, se afastar do entendimento original das Palavras Divinas proferidas em determinado contexto e recepcionada de uma determinada forma, deve ser sim uma obrigação de um verdadeiro seguidor de Yeshua HaMashiach (Jesus Cristo), pois se assim não for, o entendimento sempre será, como eu disse anteriormente, obtuso.

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    1. Talmud? Vc segue Talmud? De se admirar, a lei que o Eterno deu a Moshe não foram somente o decálogo, mts leis , realmente o Salvador Yahushua (Yeshua ,Jesus ), não veio abolir a lei sim cumprir , se consumou nEle, a Torá Viva , nosso descanso , for livre puder tirar o sábado como é tradição judaica é bom , não de forma legalista , mais quem é funcionário não tem como guarde no entendimento , pois Ele nos fez sacerdotes , e os sacerdotes podiam transgredir o shabat, por isso afirmou errado dizer que o sábado foi abolido e também dizer que a igreja e os gentios são obrigados a guardar esse mandamento, e existem mts leis que nos servem além dos dez mandamentos, e estão escritas nissis corações conforme a promessa do Pai, vamos respeitar as tradições dos judeus , os judeus respeitar os gentios , e ambos os povos são um novo povo , a congregação de YHWH.

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  10. Robert Neves,

    Não se ofenda, e não tenha “pré-conceitos” quanto ao modo judaico de interpretação, que apesar de técnico leva sim e muito em consideração a ação do Espírito Santo para que possamos ter o véu retirados de nossos olhos para que não sejamos levados por uma teologia sistemática falsa e desconectada de Israel e de tudo o que foi outorgado por D-us à este povo.
    Veja que sua pergunta ao contrário do que o senhor imagina, não enfraquece o entendimento correto das Escrituras mas sim o fortalece assim como fortalece a necessidade de se buscar no material judaico acumulados por milênios as peças que faltam para o cristianismo entender as Santas Escrituras sem que elas se contradigam o tempo todo.
    O que eu quero dizer é que se o senhor soubesse da regulamentação do Estado Moderno de Israel que é pautado, ainda que as vezes não pareça, pela Torah e sua interpretação rabínica, entenderia que assim como Yeshua fazia o bem e colocava o bem estar, a saúde e a vida do ser humano acima de determinadas interpretações dos mandamentos, assim também os profissionais de áreas ligadas a serviços vitais também o procedem e não são culpados de violar o Shabat, mas o senhor mesmo que não tivesse este conhecimento poderia ao menos ouvir o que Yeshua fala sobre o oficio dos Sacerdotes que mesmo trabalhando a todo o Shabat não são culpados pela transgressão, entendo intrinsecamente que as palavras de Yeshua coloca o serviço do sacerdote como transgressão mas não com merecimento de culpa, castigo ou punição.
    Trazer alento, conforto, saúde e auxilio no Shabat não é pecado e nem transgressão, mas sim uma obrigação, pois nada mais proveitoso, do que sair da sinagoga ao Shabat após um estudo teórico da Palavra de D-us e no mesmo instante que a oportunidade de utilizar a teoria na prática do que ajudar, acalentar, curar e auxiliar alguém, vemos isso constantemente na trajetória de Yeshua, que sempre ao sair das sinagogas, curava e libertava os cativos e oprimidos.
    Vemos que ao contrários dos profissionais de serviços vitais que recebem por seus préstimos mesmo no Shabat, Yeshua não trabalhavam em sua profissão costumeira que era o de construtor (carpinteiro é muito especifico, o termo em grego é mais genérico), vemos Yeshua praticando a vontade do Pai, que é o de fazer o bem, e isso não é profissão que recebe lucros ou dividendos, a questão principal do Shabat é o de não se poder lucrar num período que não se deve pensar de forma egoísta em si e nos seus próprios interesses, é um tempo em que a Eternidade se revela a nós, onde podemos como Adão antes da queda nos relacionarmos com D-us na viração do Dia, sem o suor e sem a fadiga, sem espinhos e abrolhos do pós queda, e tal período além de ser memorial de um fato do passado, a Criação, nos remete ao futuro, ao Reino Messiânico de Yeshua na Terra onde veremos Hebreus 4 que trata do descanso se concretizando em nosso viver.
    Caro Robert espero que o senhor de ouvido aos profetas e aos discípulos que falam de um Messias sem máculas, que quer dizer sem pecados, ou melhor conforme I João 5:17 sem transgressão da Lei, Lei estabelecida por D-us, e não de ouvidos aos hipócritas da época de Yeshua que diziam que ele violava o Shabat ou era pecados, pois se o senhor der ouvidos a tais hipócritas no que tange a Yeshua ser um transgressor do Shabat, também terá que dar ouvidos a eles quando diziam que Yeshua somente fazia os milagres e maravilhas por Belzebu.
    Espero ter ajudado, aguardo ter mais diálogos com o caro irmão, sem clima de disputa, mas sim num espírito de sede pela verdade e vontade de verdadeiramente estudar as Santas Escrituras.

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  11. Com certeza meu caro amigo e irmão.
    Esta é apenas uma especulação que eu tinha a respeito do sábado, visto que, ainda não tenho dominío sobre o assunto. Fico agradecido pela resposta, deu pra dar uma esclarecida, mas no entanto vou estudar com afinco este assunto e depois retorno a contactá-lo.
    Desde já agradeço.

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  12. Ibaral F. Vicentino6 de dezembro de 2011 11:11

    Metushelach,

    Além da celebração num dia pagão (domingo) feito pelos pentencostais semanalmente e pelo fato de muitos deles o fazerem consciente, digo isso por conhecimento prático, também pelo fato de negarem o AT para não dar o braço a torcer para o quarto mandamento, eles (os pentecostais e neo-pentecostais) não estariam agindo como os católicos que criarão seus próprios 10 mandamentos, ou como os mórmons que inventarão um livro que substitui claramente a Bíblia, ou como os espíritas que se apoiam em meia duzia de versiculos pessimamente mal interpretados e tambem se ulilizam de outro livro, ou ainda como os testemunhas de Jeová que adulteração e criaram sua própria versão biblica?

    Diria mais, não seria o dito dom de línguas manifestado pelos pentecostais como uma evidência de espiritismo (umbanda) que são altamente divulgados pela internet em vídeos e recentemente até em canal aberto uma reportagem sobre esses cultos estranhos; não seria isso motivo de perdição ou perda da salvação, por estarem agindo "aqueles que já sabem da verdade" de forma consciente e anti-bíblica?

    Paz do Senhor.

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  13. Chaver Metushelach.
    Estou sem palavras depois de ler essa postagem.Eu já lí muitos textos de chaverim que defendem a guarda do shabbat,mas esse texto superou a minha expectativa de achar que não encontraria mais nada de novo em relação ao tema.Queria muito que os inimigos do shabbat(como você os chama) prestassem atenção nesse texto,creio que muitos deles ficariam pasmados.Realmente,as escrituras explanadas por um judeu ficam muito mas claras.
    Não tenha dúvida que vou dar um estudo na minha congregação baseado nessa beleza de texto( se você autorizar,é claro)

    Shalom!

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  14. Yoel (יואל),

    Fique a vontade para se utilizar de qualquer material do Blog, sendo usado para a disceminação da verdade é o que importa.

    Se você fizer um estudo, fica uma dica, se utilize da Mishná, pois o tratado sobre o Shabat é muito rico, ajuda muito no embasamento judaico acerca do real interpretação do "Novo Testamento".

    Fique na Shalom.

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  15. Graça e paz irmaos vão sou judeu infelismente mais sou um cristão sigo a cristo não sou evangelico minha igreja e aonde tem 2 ou mais reonidos em nome de yeshua. Vamos então de 100% da população da terra quantos guardão o sabado?? yeshua morreu atoa?? respeito a todos mais esta faltando reflexão...

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  16. Anõnimo,

    Quase que não foi possível entender as suas colocaçôes, mas vamos lá, o que parece que você disse quando disse que está faltando reflexão é que estamos condicionando a salvação a guarda do Shabat, se for isso a sua intenção, desculpe dizer que você não leu o texto direito e nem o resto do Blog, pois nunca dissemos nada que condicionalize a salvação a guarda de algum mandamento, apenas estamos dizendo que não há respaldo Bíblico para se afirmar que o Shabat foi abolido da vida judaica, ou que tal dia foi alterado para qualquer outro, ou que o que D_us disse no Sinai não vale mais nada, e este é o o objetivo deste texto, e não ficar de brigas se isso ou aquilo salva.

    Espero que tenha entendido agora o Objetivo do texto.

    Shalom.

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  17. Elder Michael Reid18 de março de 2012 15:38

    Conheci recentemente esse blog e estou buscando entender melhor a essência do sábado. Sou Mórmon e missionário retornado, mas não aceito muito bem após a missão essas questões sobre o sábado pois visitei várias vezes fazendo um estudo bíblico com um judeu e confesso que ele me impressionou, conversei também com um calvinista que também me impressinou, nisso e baseado no fato percebi de suas contextualizações peço sinceramente que avalise esse texto abaixo, pois dependendo do que voce escrever sobre essas notas eu posso mudar o rumo de minha vida religiosa, já que tenho conceitos judaicos ortodoxos e calvinistas que conflitam e te proponho objetivar ou anular os texto.

    AS RAZÕES para se guardar o Domingo são exclusivamente extraídas do NT (embora se pode vislumbrar algo no VT) e da prática que se seguiu ao que foi estabelecido no NT.

    Primeiro – Após o nascimento da igreja em Atos, o Novo Testamento não revela que as atividades celebrativas cristãs foram realizadas aos sábados, mas sim aos Domingos. Isso não foi sem propósito.

    Segundo – Os relatos sobre os sábados no NT estão ligadas aos Judeus e não aos Cristãos. Isso não foi sem propósito.

    Terceiro – O principal evento do cristianismo, a Ressurreição do Senhor, se deu no Domingo. Esse fato é relatado nos quatro evangelhos, destacando não somente o acontecimento, mas o dia do acontecimento. Isso não foi sem propósito.

    Quarto – O ‘nascimento’ da igreja se deu em pentecostes, que era no Domingo! Isso não foi sem propósito.

    Quinto – Tendo em vista o pentecostes de Atos 2, as primícias das realizações cristãs foram feitas no Domingo. 1) Primeiro sermão, 2) Primeiras conversões e 3) Primeiro batismo realizado pela Igreja. Isso não foi sem propósito.

    Sexto – O Soberano Deus usou a palavra ‘Domingo= dia do Senhor’ em uma referência ao primeiro dia da semana em Apocalipse 1.10. Isso não foi sem propósito.

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  18. Elder Michael Reid18 de março de 2012 15:39

    Sétimo – Um livro Bíblico foi escrito sob revelação divina no Domingo. Isso não foi sem propósito.

    Oitavo – A história confirma que os cristãos após os apóstolos, no segundo século, celebravam o Senhor no Domingo e não guardavam o sábado. Isso não foi sem propósito.

    Nono – Todos os teólogos cristãos da Reforma, os servos fieis de Deus, os Puritanos, bem como uma nuvem de teólogos fieis de todos os ramos do protestantismo, entenderam que os motivos acima são evidências bíblicas para considerar o Domingo como dia do Senhor. Isso não foi sem propósito.

    Décimo – Colossenses 2.16,17 impede que qualquer guardador do sábado lance julgamento contra quem não guarda o sábado. Isso não foi sem propósito.

    Essas são as razões que me levam a guardar* o Domingo, o Dia que meu Senhor ressurgiu dentre os mortos para a glória de Deus e para minha salvação!

    A maneira de se guardar o Domingo é objeto de debate. Alguns transferem todas as referências e prescrições sabáticas do VT ao Domingo. Outros mantêm uma guarda mais celebrativa do que de trabalho e ainda outros acreditam que seja uma oportunidade de maior expansão de atividades cristãs. Nem mesmo Calvino chegou ao ponto em que os Puritanos de Westminster chegaram nesse assunto. Mas talvez quem esteja errado nisso seja Calvino e não a Assembleia de Westminster.
    É um fato que o Dia do Senhor já não tem sido mais ‘o dia do Senhor’, para aqueles que são do Senhor. Isso é um pecado de ambição, egoísmo e egocentrismo! Esse dia poderia ser um dia de leitura bíblica em família, de visitas em hospitais, evangelização, e descanso necessário. Mas jamais trocar um culto nesse dia por uma festa, ou um jogo.
    Um Pastor Batista Reformado Glênio Fonseca Paranaguá, referindo-se a transição do Sábado para o Domingo disse:

    "A Semana do Velho Concerto tinha essa característica de um lazer compensatório, uma vez que o descanso vinha sempre no final do expediente dos seis dias de trabalho, mantendo um sabor de indenização ou aparência de galardão. [...] A Semana do Novo Pacto desestabiliza esse modo de focalizar o assunto, apresentando o dia da vacância no início do período. De acordo com a mentalidade das obras, o descanso vem como consequência do desempenho. Mas, segundo a graça, o desempenho vem em decorrência do descanso [da fé em Cristo]. Essa mudança de conceito é uma reviravolta radical no posicionamento da nova postura." (DO LIVRO: Religião, uma Bandeira do Inferno - P. 137)

    Em Nome de Jesus Cristo.
    Amém.

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    1. Michael Reid,

      Agradecemos a sua participação.

      Mas sinceramente eu gostaria que você lesse a este artigo no qual você postou abaixo a suas dúvidas, pois se você tivesse lido por inteiro e com atenção veria que a maioria de seus apontamentos estão explicados detalhadamente no artigo acima, sendo assim o leia atentamente e se houver ainda alguma dúvida dai sim aponte-as aqui.

      Mas só para deixar claro, eu não afirmo que um não judeu tenha a necessidade de guardar o shabat como um judeu o faz, mas tenho como objetivo no artigo mostrar que o "Novo Testamento" ñão tem nada que possa levar a entender que o shabat foi abolido ou substituido.
      Mas se você ler atentamente verá isso por si só.

      Shalom

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  19. Elder Michael Reid19 de março de 2012 19:17

    Como esta bem você?

    Li o artigo e muito revelante para mim.

    Mas não consegui entender direito os itens 2, 4, 5 e 7 e a citação do Pastor Batista no final.

    Você falar coisas inteligentes e percebi que tenho muito aprender com seu blog.

    Aguardo um ajuda melhor sobre as partes que diz aqui.

    Obrigado,
    Em Nome de Jesus Cristo - Amém.

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  20. Michael Reid,

    Quem bom você ter lido com atenção e aproveitado as informaçoes.

    Quanto aos pontos que você não entendeu, pontue-os e coloque a sua dúvida logo em seguida, faça um de cada vez e sempre depois de eu ter feito algum comentário, assim será melhor para dialogarmos e sermos melhor entendidos entre nós mesmo, bem como por nossos leitores do blog.

    Agradeço pela colaboração.

    Shalom

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  21. Elder Michael Reid21 de março de 2012 11:45

    Obrigado sua vontade boa de fazer entender essa questãos muito complicadas, vou pontuar cada uma a seguir:

    Pontuação primeira:

    Os relatos sobre os sábados no NT estão ligadas aos Judeus e não aos Cristãos.

    Não vemos gentios guardando o sabado no Novo Testamento, sempre judeus? Isso indicar fortemente ser para judaicos esse mandamento.

    Em Nome de Jesus Cristo. Amém.

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  22. shalom amado
    que o nossso ELOHIN
    te quie todos os dias da tua vida...
    Vemos que o exercito do criador esta
    SE LEVANTANDO PARA DERRUBAR as mentiras de babilonia,na nossa
    congregação usamos tunicas as mulheres usan veu,procuramos fazer as festividades do criador conforme a toráh,falando nisso ja esta ate chegando acelebração do pêssach.
    mas isso não vem ao caso agora..o que eu queria lhe perguntar
    é o seguinte.
    pela vossa sabedoria a qual foi dada por yehoshua
    o que o senhor me diz do nome de yehoshua e jesus
    são o mesmo ou não?
    se não for o mesmo qual é a natema no meio do povo?

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  23. Anônimo,

    Com todo o respeito, mas anátema é quem usa uma forma inconcebível e nunca encontrata em todo o acervo de manuscritos sejam gregos, aramaicos siriácos, árabes e coptas para designar ao Filho de D-us e ainda asism se acha o dono da verdade, eu apenas estou usando a sua forma de pensar, pois você quer dizer que quem usa um nome errado tem que ser tido como maldito junto com o nome errado, não é isso que você propos em sua pergunta????

    Mas vamos analisar um pouco de seu comentário, não sei se estou certo mas você parece pertencer a alguma seita que leva o nome de Testemunha de Yehoshua ou do grupo Benshua de Duque de Caxias -RJ, se assim o for vocês inventaram que os homens tem que vestir uma túnica igual ao do pop INRI_CRISTO, sendo que isso não é bíblico e nem cabivel ao modo moderno de uma cidade grande de nosso País, a menos que vocês tenham um sitio e vivam da agropecuaria bem quetinhos em suas vidas bucólicas.
    Quanto ao véu feminino nisso não há discussão, se for feito de forma coerente e sem condenação ao inferno imposta à mulheres que não os usam.
    E quanto ao nome, vamos pensar um pouco, qualquer nome leva consigo um grande arcabouço histórico, de tudo o que o dono do nome fez e representou, sendo assim se você algum dia se achegou a D-us por meio de uma pregação do Evangelho que disse que você é um maldito pecador e necessita da graça de D-us para ser regenerado de seu estado caido, e tal graça está manifesta e ao seu alcance por meio do sangue de um homem que sem pecados se ofereceu em sacrifício para purificar a todos os que se arrependem e mudam de diração em suas vidas, então é óbvio que você não vai ter por maldito o nome deste homem que lhe porporcionou o primeiro passo para a sua salvação, mesmo que ele tenha sido apresentado nesta pregação do Evangelho pelo nome de Jesus, entendeu agora o risco de ter como anátema este nome que querendo ou não designa o Filho de D-us perante o mundo todo.
    Sendo assim o peso histórico do Mashiach em sua obra não se apaga mesmo que um personagem fictício criado a partir do personagem real tenha corrompido a percepção da ORIGEM do real, mas o nome que designa tanto um como o outro não pode criar muros de separação mas sim pontes de ligação que nos permitem restaurar entendimentos corrompidos e mostrar a luz da verdade.
    Sendo assim dizer que Yeshu'a é o Mashiach e Jesus é o capeta é errado e infantil, não ajuda em nada ao crescimento do Reino e só cria ódio, fanatismo, sentimentos que são frutos da carne e não frutos do Espírito, então só nos resta suplicar para que o nosso Eterno Pai, Bendito Seja Ele, nos proteja de cairmos neste erro.

    Espero não ter ofendido, mas tenha cuidado com suas colocações, fique na Shalom de Yeshu'a HaMashiach.

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  24. Metushelach Ben Levi :
    SHALOM
    EXCELENTE SUAS EXPLICAÇÕES .
    SOMENTE QUEM NÃO QUER VER A VERDADE PREFERE FICAR PRESO AS TEORIAS ALEGORICAS E FILOSOFICAS CRIADAS POR MUITOS QUE SE DIZEM PAIS DA IGREJA E QUE ABERTAMENTE APOSTATARAM , NÃO ENXERGA E NÃO SE RENDE A VERDADE. O APOSTOLO JOÃO DIZ EM UMA DE SUAS CARTAS QUE O ANTI - CRISTO JÁ ESTAVA ESTABELECIDO, ISSO NO TEMPO DELE ELE JÁ VIA ISSO .HOJE EU , PELO QUE VEJO , ESSE ESPIRITO ANTI CRISTO JÁ SE APOSSOU DAS REVELAÇÕES DE DEUS PARA O HOMEM , FAZENDO-O CEGO , POIS SÓ ASSIM EU ENTEDERIA TAMANHA IGNORANCIA DE MUITOS A CERCA DA PALAVRA DE DEUS.
    E POR FALAR EM PAIS, SÓ EXISTEM TRE QUE A BÍBLIA CHAMA DE PATRIARCAS ( PAIS) : ABRAÃO , ISAC E JACÓ.
    QUE O ETERNO TE ABENÇOE.

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  25. VOCE PODE POSTAR UM ESTUDO SOBRE LEVITICO 25.1-34?

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    1. Anõnimo,

      Se eu souber quem és tu, talvez eu compartilhe algo, mas como tal estudo é quase que uma ministração da Parashá Behar, e não sou Rosh para ministrar Parashá eu apenas poderia lhe ajudar em alguma dúvida pontual sobre a passagem em apreço.
      Sendo assim faça alguma indagação pontual e me diga quem és tu?

      Shalom

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  26. sou crista,busco andar em obediencia aos mandamentos,decretos,ordenanças,busco a salvaçao pela graça e nao pelas obras,busco ouvir a voz de deus e obedecer.gostaria q postasse acerca do ano do descanso e do ano do jubileu,busco entender mais sobre esse assunto .se for possivel me ajudar a entender melhor esses textos te agradeço,e senao for possivel,nao tem problema.que voce continue crescendo na graça e no conhecimento de cristo.

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  27. shalom meu irmão em YESHUA sou pastor evangelico, gloria seja dada ao nome de ADONAY,nosso DEUS, o que o senhor esta falando é pura verdade shabat não foi abolido o shabat foi dado ao homem como um dia de descanso semanal e YESHUA mesmo disse que não veio abolir a torá mat,5v17, o dia de domingo foi oficialisado por costantino que se fingiu ter se convertido ao evangelho ele era um adorador do deus sol o domingo é o seu dia resumindo o domingo não é mandatario e sim o shabat. shalom gostaria de saber aonde é a congregação.

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    1. Arlindo,

      Agradecemos a sua participação.
      E quanto a nossas reuniões as fazemos na casa dos irmãos e nos salões de festas disponiveis, não temos um lugar com placa e quatro paredes, temos como diretrizes a Torah a Tanach e analisamos as posições correlatas destes com a Brit HaDasháh, quanto a particularidades do movimento temos o Manifesto Judeu Messianico de David Stern como embasador.

      Shalom

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  28. visite uma congregação judaico-messianica em duque de caxias

    http://beit-jardimprimavera.webnode.com/

    shalom

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  29. Chaver parabéns,

    Agora é para todos,

    Quem prega YESHUA e não defende
    o Shabat, ainda está no leitinho
    espiritual.

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    1. O Eterno ordenou exclusivamente aos judeus que observassem o shabat :"E os filhos de Israel guardarão o shabat" ou "O Shabat será um sinal entre Mim (O Criador) e Vós (povo judeu)". Assim sendo, os gentios (goym) estão proibidos de guardá-lo, pois se o fazem estão transgredindo a Lei, atribuindo para si o título de "filho(a) de Israel" sem de fato o ser e cometendo Avodah Zarah (idolatria), pois estão adorando ao Criador de um modo que ele não determinou. Um não-judeu que “descansar” no Shabat é passível de pena capital, a não ser que seja peregrino entre os filhos de Israel (Talmude Babilônico - Sanhedrin 58 b - 59 a).

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  30. olá...

    >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

    MANDE A RESPOSTA PRA O EMAIL ABAIXO, por favor:

    yuguitoh@hotmail.com

    >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>


    ...
    sou sabatista... e um amigo meu que é policial me perguntou se POLICIAL MILITAR pode TRABALHAR NOS SÁBADOS que estiver escalado...

    ele pretente se tornar sabatista também... então...
    PRECISAMOS MUITO DESSA RESPOSTA!!!

    gostaria de que vc desse exemplos dos judeus policiais hoje... como que é que fica essa questão do sábado pra eles...
    e...
    tb GOSTARIA DE TODO EMBASAMENTO BÍBLICO POSSÍVEL.

    Muito obrigado desde já, pela atenção!!!

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    1. Profissões que envolvem preservação da vida é proibido parar, tanto na Mishna como no Estado de Israel Moderno as profissões como Médico, Enfermeiro, Socorrista, bombeiro, Polícia e Exército são proibidos de parar suas funções no Shabat

      No shabat as pessoas continuam precisando de ajuda especializada e portanto o profissional que tem como ganha pão tais profissões não pode parar, dai se ele não quiser receber por este dia é outros quinhentos.
      A Bíblia não fala por menores de quase nada da lei em si, a tradição oral se incumbiu de perpetuar a aplicação de cada lei, e suas nuances, e sobre o shabat é a mesma coisa.

      Israel hoje é regido em grande parte por jurisprudência destas leis tanto que no shabat tudo para
      menos os serviços de saúde e segurança pública portanto o religioso tenta seguir a essência dos mandamentos no que tanger a vida civil de Israel quem tem profissões de preservação e cuidado da vida tem que trabalhar sim no Shabat

      Fora de Israel, digamos que um médico trabalha no SUS e sua escala diz que tem que trabalhar no shabat, ele não pode se recusar, mas se ele tem uma clinica, ele pode escolher o dia de sua folga

      Militares, forças armadas, polícia civil, bombeiro, socorristas, enfermeiras também se enquadra no exemplo.

      Yeshua ensina fazendo a alegoria da ovelha no buraco que é socorrida, quão maior preocupação tem que se tem com um ser humano
      Normalmente se tem acomodação e permuta no caso de policiais seja militar e civil para escolher a folga, por isso é bom sempre ter amigos como colegas, dai é plausível conseguir sempre guardar o Shabat, primeiro se o cara falta pra guardar o shabat ele está dando de ombros a vidas que ele poderia salvar, sendo negligente, segundo ele estaria desrespeitando superiores que também é dito por Yeshua a não se fazer, dar a Cesar o que é de Cesar e à D-us o que é de D-us
      Se o trabalho é como no caso comentado militar, e portanto essencial a segurança de vidas, ele estaria indo contra D-us se negando a trabalhar, pois a vida é superior ao Shabat e ao mesmo tempo indo contra a um superior que no caso é o Cesar da Historia, se fosse um pedreiro sem escala determinada ele poderia sim faltar ao trabalho no shabat e compensar dobrado em outro dia, não tirando de D-us para dar a Cesar mas a questão de escala, contrato de trabalho, carteira assinada, o cara concordou com um tudo isso, dai ficar faltando é desrespeitoso, o negocio é sempre negociar, conversar e etc

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    3. Eu sou funcionário público, trabalho no setor de tráfego aéreo e em regime de escala. Tenho feito um grande esforço trocando serviço nas sextas e sábados com colegas de maneira que eu consiga guardar o shabat, muitas vezes até tendo perda financeira por causa disso, pois troco turnos noturnos (onde ganho mais) por turnos diurnos (onde ganho menos), mas isso não me incomoda. O meu grande dilema é que tenho percebido que muitos colegas não tem boa vontade em trocar serviço comigo, pois acaba atrapalhando a folga deles (reduzindo-a em alguns casos) e eu tenho chegado atrasado algumas vezes na rendição do turno aos sábados, pois pela escala em um dos turnos eu entraria para trabalhar às 18:00h (e para isso deveria sair de casa pelo menos uns 15 minutos antes), e o término do shabat tem sido por volta das 18:15h, de modo que eu chego para rendê-los por volta de 18:35h. Eu acabo sendo descontado pelo atraso e o colega ganhando hora-extra (o que não é algo favorável pela administração). Como faço? Quebro o shabat saindo de casa mais cedo para chegar no horário? Evito fazer as trocas de serviço se perceber má-vontade pelos colegas? Estou muito angustiado com essa situação. Quero obedecer as mitsvot do Eterno da melhor maneira possível. Se for possível, gostaria de uma orientação de sua parte.

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  31. Foi feito uma pergunta, se no sábado os médicos, os policiais, enfermeiros, bombeiros e etc, todos parassem para guardar o sábado. Como ficaria? Eu diria que seria tanta benção, que não haveria doenças, nem bandidagens e etc, porque a razão de toda desgraça é justamente a quebra da aliança eterna.

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  32. Shalom da Parte de Deus e de Yeshua!

    Amado Ben Leví, eu sou Cristão (não Católico) e creio que a nós, não Judeus, também é importante e agradável ao Eterno que guardamos a Torah. ; que é bom e agradável a Ele que nos abstenhamos dos alimentos descritos como impuros em sua lei, e que também a guarda do Shabat não fora revogado.

    Porém gostaria que o Sr. analisasse esta passagem de Romanos 14 :

    "Há quem considere um dia mais sagrado do que outro; outra pessoa pode entender que todos os dias são iguais. Cada um deve estar absolutamente convicto em sua própria mente.

    Aquele que guarda um dia especial, para o Senhor assim o considera. Aquele que se alimenta de carne, o faz para o Senhor, pois dá graças a Deus; e aquele que se abstém, para o Senhor se priva, e também dá graças a Deus"

    Desde já grato.

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  33. Colocando sua visão judaica sobre em que sentido Paulo a redigiu*

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  34. Recado curto sobre os sábados

    O sábado será sempre o Dia do Senhor, primeiramente porque foi instituído na Criação, foi abençoado e santificado por Deus (quando ele abençoa é para sempre), Em Ezequiel 20:20 foi instituído como um Sinal entre ele e a humanidade (quanto a isso Está escrito que Deus não faz distinção de pessoas ou de raças (Atos 3:24 e 25) ; Está Escrito em I Carta de Pedro 1:24 que DEUS NÃO MUDA e que sua Palavra permanece eternamente. Como ele escreveu, pessoalmente, a Lei do Sétimo Dia nas Rochas Sagradas é para sempre; Jesus promulgou que O SÁBADO FOI CRIADO PARA O HOMEM (Marcos 2:28); Jesus bradou que podem passar os Céus e a Terra antes que das leis se consiga retirar um só caractere, e a leis do sábado tem 433 caracteres (Mateus 5:15 a 37) Sobretudo, Jesus santificou os sábados, sua Igreja, seus apóstolos e a Igreja de Paulo santificaram todos os sábados e jamais um só domingo (Lucas 4:16; Lucas 23:55; Atos 16:13; Atos 13:31 a 44) Outro dia, ouvi o pastor Malafaia afirmar que os evangélicos não guardam o sábado porque nove dos mandamentos estão repetidos no Evangelho, mas o do sábado não; Pura Utopia e desconhecimento bíblico, pois o sábado está repetido por 10 vezes: Marcos 2:28; Lucas 4:16; Lucas 23:55; Atos 16:13; Atos 13:41; Atos 18:4; Atos 1:12; Atos 24:20; Hebreus 4:4; Mateus 5:17 e seguintes.
    Estudando-se o Novo Testamento com critério e atenção, concluímos que a palavra de Deus não atribui nenhum significado litúrgico ao dia da ressurreição, simplesmente porque esse acontecimento tem de ser visto apenas como uma realidade existencial experimentada pelo poder do Cristo vitorioso também sobre sua própria morte. De modo algum a ressurreição de Jesus pode ser vista como uma prática cristã associada ao culto aos domingos. Cristo, que havia ressuscitado a outros, não poderia ser vencido pela morte, o que anula totalmente a pretendida importância do tal domingo. Mas a Monumental Vitória de Jesus Cristo deu-se com a sua sofrida Morte na cruz! E não há uma linha no Evangelho que aponte qualquer indício da troca maluca do sábado pelo domingo. Coisa do papado romano para que se cumprisse a profecia no Apocalipse 13:7: Satanás venceu os santos.
    Então, apesar dos pastores famosos e não famosos, O SÁBADO É PARA SEMPRE, PERPETUAMENTE e foi o Senhor Deus quem nos revelou isso quando promulgou que sua palavra permanece eternamente!
    Waldecy Antonio Simões walasi@uol.com.br

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  35. As sete verdades bíblicas sobre o Sétimo Dia. Parte Final.


    “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”. Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas. Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.
    Nesse mesmo preceito, Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável por causa do homem. Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos. E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!

    Para aquele que julga que todos os dias são de Deus, isso é verdade, mas só um ele elegeu como Um SINAL entre ele e o homem e o único dia que nomeou como Santo e Bendito.

    No arquivo anexado temos um escrito que completa perfeitamente esse presente, de nome O Tratado sobre as leis de Deus, onde nos mostra como o sábado de Deus foi corrompido e porquê.

    Quem precisa de mais que isso para inteirar-se de que O SÁBADO É PARA SEMPRE??? PONTO FINAL!

    www.segundoasscrituras.com.br

    O Tratado sobre as leis de Deus Elaborado cuidadosamente, e com todos os detalhes sobre as leis bíblicas, pois nada no Universo funciona sem leis.

    http://www.segundoasescrituras.com.br/livrosword/122pastoresinterpretamerradoacartaaosgalatas.doc O livro de Gálatas é interpretado errado pela maioria evangélica, também pelos pastores e de maior prestígio.

    Waldecy Antonio Simões. walasi@uol.com.br

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  36. As sete verdades bíblicas sobre o Sétimo Dia. Parte 5 de 6.

    “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.
    Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.

    8) Os cristãos, em parte, alegam, altamente equivocados, que o Decálogo do Monte Sinai, no qual o sábado está intrínseco, teria sido dado apenas aos israelitas, e não a nós do Evangelho, por isso, alegam que “nós não temos obrigação de guardar”. Mas vejamos que a Verdade do Evangelho de Deus que nos faz herdeiros dos israelitas:

    “E todos os profetas, a começar por Samuel, assim como todos os que depois falaram, também anunciaram estes dias. Vós sois os filhos dos profetas e da aliança que Deus estabeleceu com vossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da Terra”. Atos dos Apóstolos 3:24 - 25. Os herdeiros não herdam apenas as bênçãos, mas também as obrigações.

    Novamente, a Verdade do Evangelho faz dos cristãos e de Israel um só povo:

    “Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, e pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades. E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto; porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito. Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus”. Efésios 2:14 a 19.

    “...na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos que consistia em ordenanças...”. Esse verso, retirado do preceito acima, nada tem a ver com a derrocada do Decálogo, pois sendo isso impossível, o apóstolo Paulo, sempre dirigido pelo Espírito Santo de Deus, se refere às ordenanças e leis antigas, provindas de Levítico, criadas numa época para regular as ações dos israelitas nos difíceis 40 anos de deserto, mas que de forma alguma tiveram lugar no Evangelho de Jesus. E isso Está Escrito em Lucas 16:16, que revela:

    A lei e os profetas vigoraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele. E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei. Lucas 16:16 e 17 Esses dois preceitos nos mostram a derrocada (no Evangelho) das leis que escravizavam, que amaldiçoavam e até poderiam nos matar, se tivessem sido integradas no Evangelho. Em seguida a essas colocações, a Palavra de Deus novamente legitima o Decálogo de Deus (as 10 leis).
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  37. As sete verdades bíblicas sobre o Sétimo Dia. Parte 4 de 6.

    Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

    “O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”. Lucas 23:55 - 56. A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

    Então, Jesus ensinou a sua Igreja a ser também legalista! Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, décadas depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo fazendo do sábado um dia de culto e louvor:

    “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.
    Esse preceito revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens! Mas fariseus de quase todas as denominações, também católicos e ortodoxos alegam que a Igreja de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas, depois dessas revelações?

    “No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”. Atos 13:41 - 44.
    Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. Isso não poder ser negado!

    “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.
    Os defensores do domingo, inventado, argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois, pela sua tradição, os judeus jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo jamais aceitariam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas principalmente aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás, segundo o Apocalipse 13:7.

    Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

    “Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado...”. Atos 1:12. Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

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  38. As sete verdades bíblicas. Parte 3 de 6.

    “E, tomando a palavra o príncipe da sinagoga (filho do diabo acusador), indignado porque Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que é mister trabalhar; nestes, pois, vinde para serdes curados, e não no dia de sábado. Respondeu-lhe, porém, o Senhor, e disse: Hipócrita, no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi, ou jumento, e não o leva a beber? E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás tinha presa?”. Lucas 13:14-16, Jesus revela que o amor de caridade tem preponderância sobre qualquer lei (1 Coríntios 13:13)..

    “E, estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada; e eles (os fariseus do diabo), para o acusarem, o interrogaram, dizendo: É lícito curar nos sábados? E ele lhes disse: Qual dentre vós será o homem que tendo uma ovelha, se num sábado ela cair numa cova, não lançará mão dela, e a levantará? Pois, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por consequência, lícito fazer bem nos sábados. Então disse àquele homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e ficou sã como a outra. E os fariseus, tendo saído, formaram conselho contra ele, para o matarem”. Mateus 12:10-14.

    “E os escribas e fariseus (filhos do diabo) observavam-no, se curaria no sábado, para acharem de que o acusar. Mas ele (Jesus) bem conhecia os seus pensamentos; e disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te, e fica em pé no meio. E, levantando-se ele, ficou em pé. Então Jesus lhes disse: Uma coisa vos hei de perguntar: É lícito nos sábados fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar? E, olhando para todos em redor, disse ao homem:

    Estende a tua mão. E ele assim o fez, e a mão lhe foi restituída sã como a outra. E ficaram cheios de furor, e uns com os outros conferenciavam sobre o que fariam a Jesus”. Lucas 6:7-11.

    “E dizia-lhes Jesus: Invalidais o Mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”. Jesus, em Marcos 7:9

    6) O sábado é o ÙNICO Mandamento chamado por Deus de Santo e Bendito e o Único estabelecido como UM SINAL entre ele e a Humanidade: “Santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR, vosso Deus”. Ezequiel 20:20.

    Ora, se o sábado foi estabelecido por Deus como UM SINAL entre ele e a Humanidade, de modo algum jamais sairá dessa condição divina. Quanto aos que julgam que esse Sinal foi dado apenas aos israelitas, então, nesse caso, nós não podemos nos servir de nenhum livro do Velho Testamento, nem dos Salmos, etc. e nem mesmo de Malaquias, muito usado para legitimar os dízimos. É ou não é? Dois pesos e duas medidas não vale! Além disso, abaixo, no capítulo 7, Está Escrito que nós somos os legítimos herdeiros dos israelitas e que Jesus, de todos nós, fez UM SÓ POVO.

    7) Dizem os sábios que um bom exemplo vale mais que mil palavras. É ou não é? É claro que é! então, vamos ver os vários exemplos de Jesus e de sua Igreja Primitiva santificando os sábados (que valem mais que milhões de palavras) até mesmo décadas após a Ressurreição? Essa parte ANULA completamente as pretensões dos que defendem erradamente o domingo “substituindo” o Sábado Santo, solene e Abençoado do Senhor:

    “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”. Lucas 4:16. Jesus, nos concedendo o exemplo, pois segundo o Mandamento e a Tradição israelita, guardou o sábado por toda a sua vida. Continue...

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  39. As sete verdades bíblicas sobre o Sétimo Dia. Parte 2 de 6

    3) Deus o Mandamento do Sétimo Dia, dando lugar ao primeiro dia da semana, o tal domingo, mas isso é absolutamente impossível, pois não há uma só linha no Evangelho que autorize tal mudança, mesmo porque Está Escrito que Deus Nunca Muda em suas Promulgações à Humanidade:

    “Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.


    “Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”. I Pedro 1:24.

    Então, segundo as Escrituras, o sábado é para sempre, e se teria havido mudança a respeito, essa foi criada pelo homem e nunca por Deus. Quanto a isso, num descuido, o clero católico confessa, por escrito, o seu gravíssimo erro ao atentar violentamente contra o Sétimo Dia.:

    “A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.

    4) Uma parte dos cristãos julga que Jesus acabou com as leis a favor da graça e da liberdade, mas Jesus fez tudo exatamente ao contrário, pois legitimou TODAS as leis do Decálogo em sua primeira pregação à Humanidade, no Sermão do Monte e ainda amentou o grau de observação em algumas das 10 leis (Mateus, 5:21 a 32.

    “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei sem que tudo seja cumprido”. Jesus, em Mateus 5:17 a 37. Está Escrito que tudo será cumprido na Consumação dos Séculos, no Grande Dia de Jesus, quando os Portais do Reino de Deus serão abertos aos mortais de Jesus, antes fechados desde Adão e Eva (João 14:1 a 3, como também em 1 Tessalonicenses 4:13 a 17).

    Se Jesus Cristo afirmou que das leis de Deus Pai nem mesmo um simples til se poderá retirar, é absolutamente impossível atentar contra a lei do sábado, pois o Quarto Mandamento contém 80 palavras ou 433 caracteres. E assim, pelo menos até o Grande dia da Volta de Jesus, o sábado é para sempre!

    5) A ampla maioria cristã alega que em sua vida pública Jesus teria violado os sábados ao trabalhar nesse dia, mas quem o acusou de violar os sábados foram os fariseus, os filhos do diabo, assim como Jesus Cristo os nomeou em João 8:44. A respeito dessa acusação dos filhos de Satanás, vamos ver que Jesus respondeu a eles que apenas APARENTAVA que ele desrespeitava os santos sábados:

    “Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”. Jesus, em João 7:23 a 24

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  40. AS SETE VERDADES BÍBLICAS SOBRE O SÉTIMO DIA.

    Parte 1 de 6

    A maioria cristã faz uma tremenda confusão a respeito de sábados e domingos. Os cristãos, em minoria, julgam corretamente que o Criador, que nunca muda, jamais aceitaria que uma só de suas leis fundidas nas Rochas Sagradas pudesse ser “lixada” pelos homens, portanto, creem firmemente que o Sábado é o Dia do Senhor. Outra parte considerável crê que Jesus teria revogado todas as dez leis a favor da religião da graça e da liberdade. Uma terceira parte, bem maior, prefere crer que pela ressurreição de Jesus ele teria revogado o Quarto Mandamento a favor do domingo, permanecendo, então, como válidos, os demais mandamentos (nove).

    ONDE ESTÁ, ENTÃO, DE FATO E DE DIREITO, A VERDADE BÍBLICA? Ora, vamos colocá-la aqui, resumidamente, mas de modo tão legítimo, tão cristalino e conclusivo que não dará chance alguma a qualquer refutação, sem se ingressar no farisaísmo religioso (o que é pior do que não ser cristão).

    Vamos às Sete Verdades que não têm como ser desmentidas, pois Está Escrito. Primeiramente é óbvio e muitíssimo fácil concluir que o Sábado é para sempre, apenas lembrando que a Palavra de Deus permanece eternamente. Quem fugir dessa Verdade, ingressa no farisaísmo:

    “Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.

    “Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”. I Pedro 1:24.

    Então, vamos às Dez provas só refutáveis para aqueles que tentam, de todas as maneiras, fugir da VERDADE BÍBLICA DO SÉTIMO DIA:

    1) O Mandamento do Sétimo Dia foi instituído na Criação do mundo (Gênesis 2:3), não para o próprio Criador, pois em sua perfeição jamais criaria um Mandamento para si próprio, não tem como e, como Espírito Perfeito jamais se cansa, então o Mandamento do sábado foi criado para o homem, pois ele, sim, necessita de um dia de descanso na semana. O próprio Jesus legitimou isso no Evangelho ao reger:

    “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”. Jesus Cristo, em Marcos 2:28. Se o Filho de Deus afirmou que o sábado foi criado para o homem, então o sábado foi criado para a Humanidade, assim como os castigos promulgados contra Adão e Eva foram, também, dirigidos à Humanidade.

    Quanto a ser o Senhor do sábado, Jesus também afirmou que é maior que o Templo (Mateus 12:6, maior que Abraão (João 8:57), maior que Jonas (Lucas 11:32), maior que Salomão (Mateus 12:42) e mais importante que Jacó, sem desmerecer qualquer um deles, portanto, também não desmereceu o santo sábado, pois é o Senhor de Tudo, pois está Escrito que Deus lhe deu toda a autoridade sobre tudo o que existe:

    “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra”. Jesus, em Mateus 28:18,

    2) A maioria evangélica, católicos e ortodoxos julgam, temerariamente, que a Ressurreição de Jesus teria anulado, teria riscado das Rochas de Continue...

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