שמע ישראל י-ה-ו-ה אלקינו י-ה-ו-ה אחד
Shemá Yisrael Adonai Elohêinu Adonai Echad

domingo, 4 de janeiro de 2009

Afinal de contas, Yeshu'a aboliu ou não a Torah?

por Mashmid
Primeiramente, Yeshua diz:
(Mateus 5:17) - Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir.
(Mateus 5:18 ) - Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um yud ou um kotz se omitirá da Torah, sem que tudo seja cumprido.
"Até que céu e a terra passem".
O céu está aí e a terra sob nossos pés, até que o céu e a terra passem a Torah está vigente.
Mas, por que então os cristão dizem que a Lei foi Abolida? É simples, por pura má interpretação e falta de utilização de Hermeneutica, usando textos fora do contexto.
Outra coisa que contribui com isso é a falta de conhecimento sobre a cultura judaica. Eles não percebem que mesmo os textos da Brit Chadasha se utilizam de expressões judaicas.
A dificuldade de se fazer distinção por parte dos cristãos
Os cristãos não conseguem dividir as coisas, não entendem que há alianças distintas e o que é prometido a uma pessoa não se interpreta a outra.
A promessa que D-us fez a Avraham não é a mesma promessa que D-us fez a David.
Há diversidades de alianças, a Adâmica, Noética, Abraâmica, Mosaica, Davídica,etc..
Cada promessa é diferente e é específica à pessoa, não podemos utilizar uma promessa feita a outra pessoa para se referir a nós, a não ser que estejamos inclusos na promessa.
Uma promessa específica ao povo judeu é sobre a herança da terra de Kinaan a qual D-us fez a Avraham.
E outra promessa feita a Avraham que inclui aos gentios é aquela que diz : "Em teu nome serão benditas todas as famílias da terra".
Ou seja, a herança da terra de Kenaan é para os gentios também? Claro que não, pois o texto é claro e refere-se à promessa como sendo especificamente aos descendentes de Avraham, não no sentido figurativo mas no literal.
O início da Segunda Aliança
Quanto foi que deu início a segunda aliança?
O Brit Chadasha deu início logo após a morte de Yeshua, pois antes de sua morte estávamos ainda sob a Lei de purificação através de sangue de animais.
Após a morte de Yeshua iniciou-se a purificação através de seu sangue.
Enquanto um testador vive não há valor o testamento, só entra em vigor após a morte do testador.
(Hebreus 9:16) - Porque onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do testador. (Hebreus 9:17) - Porque um testamento tem força onde houve morte; ou terá ele algum valor enquanto o testador vive?
Então após a morte de Yeshua, há algum texto que diz que os discípulos dele ainda guardavam a Torah?
Veremos em breve.
Os cristãos acreditam mais nos Fariseus do que nas escrituras
Normalmente encontramos cristãos que dizem que Yeshua não se preocupou com a guarda de Shabat.
Por que isso acontece? Porque os cristãos não percebem que seguem ao fermento dos Fariseus.
Yeshua diversas vezes foi acusado de transgredir ao Sábado, mas quais foram as acusações utilizadas pelos Fariseus?
(Mateus 12:10) - E, estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada; e eles, para o acusarem, o interrogaram, dizendo: É lícito curar nos sábados?
Eles acusavam a Yeshua de curar nos sábados. Mas onde está escrito na Torah alguma proibição de se curar no Sábado?
Por acaso há alguma lei proibindo a cura no Sábado?
Será que os evangélicos não percebem que eles estão apregoando os ensinamentos dos Fariseus dizendo que curar no Sábado é transgressão sendo que não existe Lei para proibir isso?
Mas não foi só a Cura no Sábado a acusação dos Fariseus.
(Mateus 12:1) - NAQUELE tempo passou Yeshua pelas searas, em um sábado; e os seus discípulos, tendo fome, começaram a colher espigas, e a comer.
Outro texto que é utilizado pelos cristãos, novamente eles utilizam as acusações dos Fariseus, sem perceber que estão sendo discípulos dos Fariseus da época.
Por falta de conhecimento da cultura, os cristãos não sabem que Yeshua agiu conforme o que é ensinado nos textos Talmúdicos, de que a vida é mais importante do que o próprio Shabat.
Por isso médicos, enfermeiros, soldados e policiais não são proibidos de trabalhar em Shabat, pois são funções as quais não podem parar nunca, e são liberados por isso.
Uma das proibições de Shabat é de que não se pode fazer jejum em shabat e não pode ficar sem comer algo em shabat.
Os discípulos de Yeshua não fizeram nada além do que é permitido quando a vida está em primeiro lugar.
Yeshua utiliza-se das leis sacerdotais , pois os sacerdotes faziam o serviço do templo mesmo no dia de Shabat e eram livres para o fazer, pois um mandamento maior sobrepõe o menor.
Ele também se utilizou do texto de quando David come os pães da proposição o qual era permitido somente para os sacerdotes comerem, mas como a vida de David dependia disso, então sempre a vida em primeiro lugar.
Só que os cristãos não sabem disso, Yeshua não fez nada diferente do que ensinam os sábios do Talmud, sendo assim ele está enquadrado nos ensinamentos.
Mas como é que um cristão vai saber disso se não conhece nada de judaísmo? Vão continuar acreditando no fermento dos Fariseus.
Bem, mas voltando ao assunto anterior sobre o início da Nova Aliança... após a morte de Yeshua inicia-se a Nova Aliança e se Yeshua tivesse ensinado alguém contra Shabat, então o que dizer do texto a seguir?
(Lucas 23:56) - E, voltando elas, prepararam especiarias e ungüentos; e no sábado repousaram, conforme o mandamento.
Elas eram judias e Yeshua não ensinou a elas a se apartar da guarda de Shabat.
Não estamos dizendo que os gentios tem obrigação disso, estamos dizendo é que o judeu tem essa aliança com D-us, e D-us diz : "uma aliança perpétua entre mim e vós".
E isso aconteceu já na Nova Aliança, ou seja, após a morte do testador.
A dificuldade dos cristão com respeito a Hermenêutica
Assim como acontece com as Alianças, assim também com as epístolas, os cristãos têm dificuldade em perceber quando uma epístola é dirigida a determinada pessoa ou grupo de pessoas.
Da mesma maneira que eles não entendem que nós não apregoamos a obrigação das leis judaicas aos gentios, eles também não entendem que os gentios não devem apregoar a quebra dos mandamentos aos judeus.
Por exemplo, uma epístola que é dirigida aos gentios que eles querem interpretar que é dirigida também aos judeus é a Epístola de "Aos Gálatas".
Como o próprio nome já diz, a epístola era para os "Gálatas" e não para judeus, pois os gálatas não eram judeus.
Vide o link da Wikipedia : [url=http://pt.wikipedia.org/wiki/Galácia]Galácia[/url]
Parece que, por volta de 278-277 a.C., um grande número de celtas da Gália ou gauleses, que os gregos chamavam de Galátai (daí o nome desta região), atravessaram o Estreito do Bósforo e se estabeleceram nesta região.
Segundo o que o próprio Paulo diz, ele foi enviado aos gentios e não aos judeus, portanto as epístolas de Paulo são todas objetivadas aos gentios.
(Gálatas 2:7) - Antes, pelo contrário, quando viram que o evangelho da incircuncisão (gentios) me estava confiado, como a Pedro o da circuncisão (judeus)
(Gálatas 2:8 ) - (Porque aquele que operou eficazmente em Pedro para o apostolado da circuncisão, esse operou também em mim com eficácia para com os gentios),
Nessa epístola Paulo ensina aos gentios a afastarem-se dos Judeus crentes em Yeshua que os obrigavam a circuncisão e a guarda das leis judaicas.
Paulo não diz que os judeus não devem guardar às leis, o que ele diz é para que gentios não guardem as leis que foram obrigadas aos judeus, visto que os gentios não são participantes dessas alianças.
(Gálatas 2:3) - Mas nem ainda Tito, que estava comigo, sendo grego, foi constrangido a circuncidar-se;
Com a pregação dos judeus de Jerusalém que importunavam aos gentios de que deveriam se circuncidar e guardar às leis judaicas, então os gentios ficaram com dúvidas se seriam salvos sem guardar as leis judaicas, sendo assim, estavam fracos na fé, duvidando se apenas crer em Yeshua seria o suficiente.
Porque os esses judeus apregoaram a eles que se eles não se circuncidassem não se agregariam às promessas de Avraham.
Essa foi a preocupação de Paulo, pois havia judeus obrigando aos gentios à conversão total ao judaísmo, para que se tornassem participantes das promessas de Avraham.
Mas Paulo fala que a promessa feita a Avraham foi pela fé. Sendo assim, os gentios são justificados pela mesma fé que teve Avraham.
(Gálatas 3:8 ) - Ora, tendo a Escritura previsto que D-us havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti.
Mas preste atenção, o texto diz "havia de justificar pela fé os gentios". O texto não diz "judeus" , diz "gentios".
Pois as alianças feitas com Israel são "perpétuas" e como disse Yeshua "até que o céu e a terra passem".
A Torah foi dada aos judeus e não aos gentios, portanto, o gentio é justificado exclusivamente pela fé, mas isso não exclui os judeus de suas alianças com D-us.
Sabendo também que há leis para os gentios, como proposto no concílio de Jerusalém.
Novamente atente que a epístola de aos gálatas se dirige aos "gentios", dizendo sobre a justificação pela fé "DOS GENTIOS".
Mesmo com as alianças , os judeus crentes em Yeshua não se dizem justos por causa dos mandamentos seguidos, pois como foi dito "não há um justo que faça o bem e não peque".
Somos justificados no Mashiach.
Para que se preocupar com rituais?
Os rituais não foram criados por Moshe (Moisés), mas antes foram dados a Moshe, o qual recebeu de D-us esses rituais.
Portanto, quem despreza a isso despreza a D-us que o deu.
E por falar em ritual, por acaso, o que é o Batismo!?
Não são rituais o Batismo e também a ceia que é chamada pelos cristãos de santa-ceita?

Era Paulo um enganador?
Judeus que são contra Yeshua, geralmente utilizam os textos que dizem que Paulo se fez judeu para judeus.
Eles afirmam que Paulo era um enganador e fingido, e que se disfarçava de judeu, fingindo guardar a Lei.
E o pior de tudo é que são os cristãos os que dão margem a essa interpretação, dizendo também os cristãos que Paulo se fazia de judeu.
É o mesmo que o chamar de fingido e enganador.
Estando eu em um debate, um evangélico utilizou-se do texto a seguir para dizer que Paulo se fazia de judeu.
E o pior é que o texto é tão nítido que não entendo como não conseguem entender.
Só que veja a interpretação real do texto:
(Atos 21:21) - E já acerca de ti foram informados de que ensinas todos os judeus que estão entre os gentios a apartarem-se de Moisés, dizendo que não devem circuncidar seus filhos, nem andar segundo o costume da lei.
(Atos 21:22) - Que faremos pois? em todo o caso é necessário que a multidão se ajunte; porque terão ouvido que já és vindo.
(Atos 21:23) - Faze, pois, isto que te dizemos: Temos quatro homens que fizeram voto.
(Atos 21:24) - Toma estes contigo, e santifica-te com eles, e faze por eles os gastos para que rapem a cabeça, e todos ficarão sabendo que nada há daquilo de que foram informados acerca de ti, mas que também tu mesmo andas guardando a lei.
O texto diz: " E já acerca de ti foram informados de que ensinas todos os judeus que estão entre os gentios a apartarem-se de Moisés".
Novamente estamos no mesmo dilema do fermento dos fariseus, só que agora são os informantes que estão acusando a Paulo de não guardar a Lei.
Esses informantes disseram aos judeus em Jerusalém que Paulo andava ensinando contra a Lei e que ensinava aos judeus a se apartar das Leis judaicas.
O interessante é que os cristão assim como crêem nos Fariseus, também crêem na mentira desses informantes, que acusavam a Paulo ilegitimamente.
O texto diz: "Faze, pois, isto que te dizemos: Temos quatro homens que fizeram voto."
Os chaverim que estavam com Paulo dizem a ele para que tomasse esses quatro homens que estavam de voto.
Esses quatro homens estavam fingindo que estavam de voto ou realmente estavam de voto?
O texto continua : "Toma estes contigo, e santifica-te com eles, e faze por eles os gastos para que rapem a cabeça"
Paulo deveria tomar esses quatro homens com ele, e santificar-se com eles.
Paulo se santificaria verdadeiramente ou fingiu ? Ele pagaria os gastos da tosquia dos homens por fingimento?
Diz o texto : "e todos ficarão sabendo que nada há daquilo de que foram informados acerca de ti, mas que também tu mesmo andas guardando a lei. "
Nada há daquilo que foram informados, ou seja, o que disseram não existe.
Há traduções mais claras do que essa, que dizem : "e todos ficarão sabendo que não é verdade o que informaram".
Os quatro homens e também Paulo, não estavam fingindo a situação, eles realmente estavam de voto e se santificando.
E para mostrar que os informantes estavam realmente mentindo, ele faz segundo o conselho dos chaverim que estavam com ele.
"Mas que também tu andas guardando a lei", para mostrar que ele também guardava a lei.
A Brit Chadasha novamente afirma que Paulo fez voto e que a verdade era que continuava guardando a Lei, mesmo estando na Nova Aliança.
A Brit Chadasha fala também de um voto particular de Paulo e será que ele estava fingindo? Vejamos o texto?
(Atos 18:18 ) - E Paulo, ficando ainda ali muitos dias, despediu-se dos irmãos, e dali navegou para a Síria, e com ele Priscila e Áqüila, tendo rapado a cabeça em Cencréia, porque tinha voto.

Como diz o texto: "tendo rapado a cabeça em Cencréia, porque tinha voto".
Novamente eu faço a pergunta : "Era Paulo um enganador?"
Para que se preocupar com alimentação?
Um rapaz evangélico me disse que Yeshua purificou a todos os alimentos, e que agora todos os alimentos são permitidos de se comer.
O texto utilizado foi este:
(Marcos 7:19) - Porque não entra no seu coração, mas no ventre, e é lançado fora, ficando puras todas as comidas?

Ele se baseou na expressão : "ficando puras todas as coisas".
Eu perguntei a ele se isso era literal e ele disse que sim.
Então perguntei se o debate entre Yeshua e os opositores era concernente à alimentação e ele respondeu que sim.
E perguntei "como foi que se iniciou esse debate?". Mas não obtive respostas.
Mais uma caso de versículo isolado sem contexto.
O debate de Yeshua iniciou-se com a acusação de que os discípulos de Yeshua comiam sem fazer Netilat Yadaim (a lavagem das mãos).
O debate não era a respeito do que comiam, não era a comida em si, mas sim sobre o comer sem lavar as mãos.
Yeshua diz que o alimento sem lavar as mãos não é o que contamina ao homem (no espírito), mas sim o que sai do coração. Ou seja, os maus pensamentos.
Como diz: "do que fala a boca está cheio o coração".
Se a passagem fosse literal, então, o que é que sairia do coração senão sangue?
Até a palavra "coração" nesse texto é figurativa, pois todos sabemos que os pensamentos são desenvolvidos no cérebro e não no coração.
O debate era sobre Netilat Yadaim (lavagem das mãos) e não sobre alimento.
Cheguei a perguntar ao rapaz : "Se o que entra não contamina, então, posso comer sangue?
Novamente ele não respondeu.
Será que não percebem essas coisas?
Outra passagem interessante está em Atos 10, quando Pedro tem a visão de animais da terra, e ouve uma voz dizendo : "Pedro, mata e come".
Pedro responte : "De modo nenhum, senhor, porque nunca comi coisa alguma comum e imunda"
O interessante é que mesmo que D-us dissesse a Pedro para transgredir uma lei, Pedro ainda diria "De modo algum". Rs
Daí dá para ver o quanto ele era zeloso quanto a esse mandamento.
Mesmo sendo visão figurativa, pois figurava a pessoa de Cornélio, no instante em que Pedro tem a visão ele pensa ser literal e que realmente deveria matar e comer.
Só depois entendeu que a visão se tratava de Cornélio, para que ele não chamasse de impuro ao gentio o qual D-us havia santificado.
Então fica claro que Pedro ainda seguia aos mandamentos concernentes aos alimentos, e isso vivendo já na Nova Aliança, ou seja , na famosa "graça" citada pelos cristãos para desmerecer a Lei.
Até a palavra "graça" é incompreendida pelos cristãos e entendem "graça" como sendo algo contrário a Lei.
Não sabendo eles que a Lei foi dada pela graça de D-us.
Utilizam sempre o versículo que diz: "O fim da Lei é Cristo".
Só que não sabem que no texto grego a palavra "télos" pode ser traduzida como "finalidade".
Ou seja, "A finalidade da Lei é o Messias".
Por que a finalidade de Lei é o Messias?
Porque desde Bereshit (Gênesis) até o último profeta, todos apontam para um único caminho que é o Mashiach. A finalidade da Lei é apontar ao Mashiach.
Yeshua disse : "(Mateus 11:13) - Porque todos os profetas e a lei profetizaram até João."
O que profetizaram até João ? Profetizaram sobre o Messias.
Pois a finalidade de toda a lei e dos profetas sempre foi apontar ao Messias.
O último a profetizar sobre o Messias foi João.
E ainda tem gente que interpreta que isso significa o fim dos profetas, ou seja, dizem que após João não haveria mais profetas.
Mas será que não enxergam o que lêem? Veja o que diz o texto:
(Atos 21:10) - E, demorando-nos ali por muitos dias, chegou da Judéia um profeta, por nome Ágabo;
Daí podemos ter uma idéia de como é deturpada a interpretação desses cristãos.
O mal de tudo é que os cristãos já têm suas opiniões cauterizadas por tanto ouvir idéias tendenciosas.
Até as traduções são tendenciosas. As traduções tendem aos ensinamentos cristãos, fazendo de tudo para insuflar suas doutrinas na mente de seus seguidores.
Tornando-os pequenos, ou melhor dizendo, os menores no reino.
Como foi dito : "Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus;"
E assim ensinam contra os mandamentos (Torah).
Espero que abram as vossas mentes e não sejam como uma ostra cuja única defesa é se fechar.
Se é que isso é defesa. Ou não sabeis que a ostra só produz a pérola quando é ferida?
Talvez o que repute por mal é na verdade o teu bem.
Shalom a Todos!!!!

29 comentários:

  1. BROTHER, CE ARRASOU!
    ATÉ QUE ENFIM UM CORAJOSO.
    OLHA AÍ O MEU E-MAIL: LUCIANOPIBI@HOTMAIL.COM
    SHALOM!

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  2. Metushelach,

    Excelente artigo, e baseado nesse tema, eu gostaria de merecer sua atenção sobre um estudo sobre o shabat que preciso muito REFUTAR, agradeço seu auxílio:

    Deveriam os Cristãos Guardar o Sábado Hoje em Dia?
    O Que a Bíblia Diz?

    No Velho Testamento, Deus ordenou aos israelitas que santificassem o dia do sábado e não trabalhassem nesse dia. Deveriam os cristãos de hoje, também, descansar e adorar no dia do sábado? Muitos grupos religiosos (Adventistas do Sétimo Dia, por exemplo) ensinam que deveríamos. O que a Bíblia diz?

    Em Êxodo 20:8-11 Deus ordenou aos judeus que guardassem o dia do sábado (veja nota 1). No Novo Testamento, vemos que as leis do Velho Testamento eram para continuar somente até a morte de Cristo. (Nas passagens seguintes, a ênfase está acrescentada para esclarecer o sentido).

    Efésios 2:14-15
    "Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derrubado a parede da separação que estava no meio, a inimizade, aboliu na sua carne a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse em si mesmo um novo homen, fazendo a paz." Esta passagem mostra que Cristo aboliu a "lei dos mandamentos". Desde que a guarda do sábado era um destes mandamentos, e não foi incluída no Novo Testamento, não necessitamos guardar o sábado.

    Romanos 7:4-7
    "Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, e deste modo frutifiquemos para Deus. Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei, operavam em nossos membros a fim de frutificarem para a morte. Agora porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra. Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás." Esta passagem claramente diz que morremos para a lei e estamos, portanto, "libertos da lei". A lei de que Paulo falava incluía os dez mandamentos, porque no versículo 7 ele citou: "Não cobiçarás" como uma das leis. (Veja Nota 2).

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  3. 2 Coríntios 3:6-11
    "O qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica. E se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente, como não será de maior glória o ministério do Espírito? Porque se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça. Porquanto, na verdade, o que outrora foi glorificado, neste respeito já não resplandece, diante da atual sobreexcelente glória. Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente." Aqui Paulo está comparando o ministério da morte e da condenação com o ministério do Espírito e da justiça. O ministério da morte estava desaparecendo, mas o ministério do Espírito estava continuando. Mas qual era o ministério da morte e da condenação que estava desaparecendo? Era o ministério "gravado com letras nas pedras". Se cremos no Novo Testamento, temos que acreditar que a revelação escrita nas pedras, no Velho Testamento (os dez mandamentos), já morreu. Esta passagem afirma isso claramente.
    Gálatas 3:15-5:4
    Gálatas 3:19¬ "Qual, pois, a razão de ser da lei? Foi adicionada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem se fez a promessa, e foi promulgada por meio de anjos, pela mão de um mediador." Se a lei foi acrescentada até que Cristo veio, então o domínio da lei parou quando Cristo veio.

    Gálatas 3:24-25¬ "De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé. Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio." A lei foi nosso instrutor, para levar-nos a Cristo, mas agora que Cristo veio, "já não permanecemos subordinados ao instrutor".

    Gálatas 4:1-5¬ "Digo, pois, que durante o tempo em que o herdeiro é menor, em nada difere de escravo, posto que é ele senhor de tudo. Mas está sob tutores e curadores até ao tempo predeterminado pelo pai. Assim também nós, quando éramos menores, estávamos servilmente sujeitos aos rudimentos do mundo; vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos." A lei foi dada para a infância do povo de Deus. Cristo veio para nos adotar como filhos e redimir-nos da lei.

    Gálatas 4:24,31¬ "Estas cousas são alegóricas: porque estas mulheres são duas alianças; uma, na verdade, se refere ao monte Sinai, que gera para escravidão; esta é Hagar. . . . E assim, irmãos, somos filhos não da escrava, e, sim, da livre." Neste trecho, Paulo compara a lei dada no Sinai com Hagar (a mulher escrava), e a nova aliança com Sara (a esposa livre). Ele diz claramente que somos da mulher livre e não da mulher escrava. Portanto, estamos sob a nova aliança e não sob a aliança do Monte Sinai, que incluiu os dez mandamentos. Por favor, estude cuidadosamente este assunto, por completo.

    Gálatas 5:4¬ "De Cristo vos desligastes vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes." A conseqüência da volta para a lei é que decaímos da graça.
    Hebreus 7-10
    Hebreus 7:12¬ "Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei." A lei foi mudada.

    Hebreus 7:18-19¬ "Portanto, por um lado, se revoga a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade (pois a lei nunca aperfeiçoou cousa alguma) e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus." A antiga aliança foi revogada.

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  4. Hebreus 8:7-13¬ "Porque, se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado lugar para segunda. E, de fato, repreendendo-os, diz: Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá, não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os conduzir até fora da terra do Egito; pois eles não continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor. Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor. Nas suas mentes imprimirei as minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior. Pois, para com as suas iniqüidades usarei de misericórdia, e dos seus pecados jamais me lembrarei. Quando ele diz Nova, torna antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado e envelhecido, está prestes a desaparecer." Temos uma nova aliança. Por que voltar para a velha?

    Hebreus 9:4¬ "Ao qual pertencia um altar de ouro para o incenso, e a arca da aliança totalmente coberta de ouro, na qual estava uma urna de ouro contendo o maná, a vara de Arão, que floresceu, e as tábuas da aliança." A aliança a que ele tem se referido inclui as "tábuas da aliança": os dez mandamentos.

    Colossenses 2:16-17
    "Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das cousas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo." Talvez seja este o texto mais importante de toda esta discussão, porque ele claramente menciona o dia do sábado como parte da sombra que foi substituída por Cristo. (Veja Notas 3 e 4). O sábado não é, para nós, hoje, mais parte do padrão de Deus do que a conservação do festival da lua nova. Ambos foram partes da aliança do Velho Testamento, que foi substituída pela nova aliança de Cristo.

    Os cristãos de hoje têm que seguir o Novo Testamento, que não ordena que qualquer dia seja completamente posto de lado como um dia de descanso, mas sim, mostra o padrão dos cristãos reunindo-se para adorar juntos nos domingos (Atos 20:7; 1 Coríntios 16:1:2). (Veja Notas 5 e 6).

    Nota 1:
    O sábado era só para os judeus.
    Muitas passagens mostram que o mandamento para guardar o sábado foi dado somente aos judeus. Por exemplo:

    • Êxodo 31:12-18¬ "Disse mais o Senhor a Moisés: Tu, pois, falarás aos filhos de Israel, e lhes dirás: Certamente guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica. Portanto guardareis o sábado, porque é santo para vós outros: aquele que o profanar, morrerá; pois qualquer que nele fizer alguma obra será eliminado do meio do seu povo. Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do repouso solene, santo ao Senhor; qualquer que no dia do sábado fizer alguma obra morrerá. Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações. Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou e tomou alento. E, tendo acabado de falar com êle no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus." Aqui ele afirmou que o sábado era entre Deus e os filhos de Israel.

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  5. • Deuteronômio 5:1-3, 12¬ "Chamou Moisés a todo o Israel, e disse-lhe: Ouvi, ó Israel, os estatutos e juízos que hoje vos falo aos ouvidos, para que os aprendais e cuideis em os cumprirdes. O Senhor nosso Deus fez aliança conosco em Horebe. Não foi com nossos pais que fez o Senhor esta aliança, e, sim, conosco, todos os que hoje aqui estamos vivos...Guarda o dia de sábado, para o santificar, como te ordenou o Senhor teu Deus." A aliança que incluía o dia do sábado foi exclusivamente feita com os israelitas e com ninguém mais.

    • Ezequiel 20:10-12¬ "Tirei-os da terra do Egito e os levei para o deserto. Dei-lhes os meus estatutos, e lhes fiz conhecer os meus juízos, os quais cumprindo-os o homem, viverá por eles. Também lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica." Aqueles a quem a lei do sábado foi dada foram o povo de Israel, aqueles que foram resgatados do Egito.

    Às vezes, os adventistas mostram que Deus descansou no sétimo dia da criação (Gênesis 2:1-3). E daí eles deduzem que aos homens foi ordenado que guardassem o sábado desde o tempo da criação. Mas nenhuma passagem afirma isso. De fato, a primeira vez que lemos sobre homens guardando o sábado, ou um mandamento para os homens guardarem o sábado, é em Êxodo 16, depois que Moisés tinha guiado os israelitas para fora do Egito. Gênesis 2 mostra que Deus descansou no sétimo dia, mas não ordena que os homens guardem o sétimo dia. De fato, a Bíblia nunca ordenou aos gentios que guardassem o sábado ¬ somente os judeus ¬ desde o tempo de Moisés até Cristo.

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  6. Nota 2:
    Há diferença entre lei moral e lei cerimonial?
    O Novo Testamento mostra que os cristãos não estão mais sob a obrigação de guardar a lei do Velho Testamento. Os adventistas e outros tentam escapar do significado destes textos, inventando a diferença entre a lei moral, que eles chamam a lei de Deus, e a lei cerimonial, que eles chamam a lei de Moisés. Normalmente, eles ensinam que a lei cerimonial foi abolida por Cristo (assim não guardamos a Páscoa nem oferecemos sacrifícios de animais) mas a lei moral ainda está vigente. Esta distinção não está na Bíblia.

    A Bíblia usa as expressões lei do Senhor e lei de Moisés, sem fazer distinção, nos mesmos casos:
    • 2 Crônicas 34:14¬ "Quando se tirava o dinheiro que se havia trazido à casa do Senhor, Hilquias, o sacerdote, achou o Livro da Lei do Senhor, dada por intermédio de Moisés."
    • Esdras 7:6¬ "Ele era escriba versado na lei de Moisés, dada pelo Senhor Deus de Israel; e, segundo a boa mão do Senhor seu Deus, que estava sobre ele, o rei lhe concedeu tudo quanto lhe pedira."
    • Neemias 8:1, 8, 14, 18¬ "Em chegando o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel. . . . Leram no Livro, na lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia. . . . Acharam escrito na lei que o Senhor ordenara, por intermédio de Moisés, que os filhos de Israel habitassem em cabanas, durante a festa do sétimo mês. . . . Dia após dia leu Esdras do livro da lei de Deus, desde o primeiro dia até ao último; e celebraram a festa por sete dias; no oitavo dia houve uma assembléia solene, segundo o prescrito."
    • Neemias 10:29¬ "Firmemente aderiram a seus irmãos, seus nobres convieram numa imprecação e num juramento, de que andariam na lei de Deus, e que foi dada por intermédio de Moisés, servo de Deus; de que guardariam e cumpririam todos os mandamentos do Senhor, nosso Deus, e os seus juízos e os seus estatutos."

    Em diversas ocasiões,"mandamentos cerimoniais" eram chamados de lei do Senhor: Sacrifícios de animais, sacerdócio, dias de festas (2 Crônicas 31:3-4), a festa dos tabernáculos (Neemias 8:13-18), a consagração dos primogênitos e as oferendas para purificação depois do parto (Lucas 2:23-24). Em outras ocasiões, as leis morais eram ditas como vindo de Moisés. Por exemplo, o mandamento para honrar os pais (Marcos 7:10). Para simplificar, a distinção entre a lei cerimonial de Moisés e a lei de Deus é uma invenção da teologia adventista. Não é encontrada na Bíblia.

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  7. Nota 3:
    O dia do sábado de Colossenses 2:16 é o sábado semanal.

    Algumas vezes, quando confrontados com Colossenses 2:16, que ensina que o dia do sábado foi uma parte da sombra que foi substituída por Cristo, os adventistas replicam que Colossenses 2:16 está se referindo aos "sábados anuais", e não aos "sábados semanais." A verdade é que o termo sábado é usado na Bíblia quase exclusivamente para os sábados semanais e é a própria palavra usada pelo Senhor quando ele deu os dez mandamentos. A única festa anual, para a qual a palavra sábado foi aplicada, é o Dia da Expiação (Levítico 16:31-32).

    Olhem cuidadosamente a lista dos tipos de "sombra" em Colossenses 2:16: "comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados". Depois de mencionar comida e bebida, ele (Paulo) também menciona festas (celebrações anuais), lua nova (celebrações mensais) e sábados (celebrações semanais). [E, interessante, muitos adventistas tentam manter as mesmas regras do Velho Testamento sobre comida (estude Marcos 7:19 e Atos 10:9-16)]. Repetidamente, este agrupamento anual, mensal e semanal (às vezes diário) de festas é feito na Bíblia:
    • 1 Crônicas 23:30-31¬ "Deviam estar presentes todas as manhãs para renderem graças ao Senhor, e o louvarem; e da mesma sorte à tarde. E para cada oferecimento dos holocaustos do Senhor, nos sábados, nas luas novas, e nas festas fixas, perante o Senhor, segundo o número determinado."
    • 2 Crônicas 2:4¬ "Eis que estou para edificar a casa ao nome do Senhor meu Deus e lha consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e lhe apresentar o pão contínuo da proposição, e os holocaustos da manhã e da tarde, nos sábados, nas luas novas e nas festividades do Senhor nosso Deus; o que é obrigação perpétua para Israel."
    • 2 Crônicas 8:13¬ "E isto segundo o dever de cada dia, conforme o preceito de Moisés, nos sábados, nas luas novas e nas festas fixas, três vezes no ano: na festa dos pães asmos, na festa das semanas e na festa dos tabernáculos."

    • 2 Crônicas 31:3¬ "A contribuição que fazia o rei da sua própria fazenda era destinada para os holocaustos, para os da manhã e os da tarde, e para os holocaustos dos sábados, das luas novas e das festas fixas, como está escrito na lei do Senhor."

    • Neemias 10:33¬ "Para os pães da proposição, e para a contínua oferta de manjares, e para o contínuo holocausto dos sábados, das luas novas, para as festas fixas, e para as cousas sagradas, e para as ofertas pelo pecado, para fazer expiação por Israel, e para toda a obra da casa do nosso Deus."

    • Ezequiel 45:17¬ "Estarão a cargo do príncipe os holocaustos, e as ofertas de manjares, e as libações, nas festas, nas luas novas e nos sábados, em todas as festas fixas da casa de Israel: ele mesmo proverá a oferta pelo pecado, e a oferta de manjares, e o holocausto, e os sacrifícios pacíficos, para fazer expiação pela casa de Israel."


    • Oséias 2:11¬ "Farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, os seus sábados e todas as suas solenidades."

    Paulo usa o mesmo agrupamento em Colossenses 2:16. Por que haveria alguém de torcer suas palavras para fazer com que significasse festas anuais quando ele fala de sábados?

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  8. Nota 4:
    O significado espiritual do sábado

    O dia do sábado era uma sombra da realidade espiritual trazida por Cristo (Colossenses 2:16-17). O sábado significa descanso e libertação do trabalho: Cristo trouxe o descanso e a libertação do pecado. Jesus é o descanso para o qual a sombra do sábado apontava (Mateus 11:28-30). Mesmo a libertação e o descanso que Jesus nos dá agora são apenas uma antecipação do descanso verdadeiro que os cristãos experimentarão no céu (Hebreus 4:9).

    Nota 5:
    Os primeiros cristãos adoravam no domingo

    Duas passagens mostram claramente que os primeiros cristãos adoravam nos domingos:

    • Atos 20:7¬ "No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo que devia seguir de viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite." Notem que este dia era um domingo. Os adventistas argumentam que esta reunião era na noite de sábado, mas as Escrituras dizem que era no primeiro dia da semana. Notem também que o propósito da reunião deles era partir o pão. Nesse trecho, e referindo a outras passagens (Atos 2:42; 1 Coríntios 10:16; 11:18-34), está claro que isto se refere à Ceia do Senhor. Os adventistas argumentam que eles se reuniram porque Paulo partiria no dia seguinte, mas o trecho diz que eles se reuniram para partir o pão.


    • 1 Coríntios 16:1-2¬ "Quanto à coleta para os santos, fazei vós também como ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for." Os primeiros cristãos, aqui, contribuíam com seu dinheiro no primeiro dia da semana. Por que seria feita a coleta no domingo, se os cristãos não se reunissem nesse dia?

    Nota 6:
    Respondendo a objeções

    • Jesus guardou o sábado. Certamente que sim. Jesus era um judeu nascido sob a lei (Gálatas 4:4) e portanto obedeceu a todas as leis do Velho Testamento. Jesus foi circuncidado, ordenou a entrega de oferendas ao sacerdote, pela purificação, guardou a Páscoa, etc. (Lucas 2:21; 5:12-14; Mateus 26:18-19). Mas quando Jesus morreu, ele inaugurou a nova aliança e revogou a velha. Se o fato que Jesus guardou a Páscoa não prova que nós também deveríamos guardá-la, então o fato que Jesus guardou o sábado não prova que nós deveríamos guardá-lo também.

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  9. • Paulo guardou o sábado. As Escrituras não ensinam isto. Havia um número de ocasiões em que Paulo ensinou em sinagogas, no sábado (Atos 18:4, por exemplo). O sábado era o dia quando as pessoas se juntavam na sinagoga e Paulo aproveitou-se dessas oportunidades para ensinar muitas pessoas. Se eu tivesse permissão para ensinar lá, eu haveria de ir a assembléias adventistas todos os sábados. Mas a ida de Paulo às sinagogas, para ensinar no sábado, não prova que ele guardou o sábado como um dia santo de descanso.
    • Para sempre. No Velho Testamento, o sábado era "por aliança perpétua nas suas gerações" e "entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre" (Êxodo 31:16-17). Os adventistas argumentam que estes termos mostram que a guarda do sábado semanal nunca terminará (descansaremos no céu, também?). Mas o verdadeiro significado de "para sempre" e "perpétua", neste trecho, é limitado por "nas suas gerações". Estas expressões significam "duração de uma era". Outros mandamentos do Velho Testamento foram "para sempre": por exemplo, a Páscoa (Êxodo 12:24). Muitos mandamentos do Velho Testamento foram "perpétuos": a queima do incenso (Êxodo 30:21), o sacerdócio Levítico (Êxodo 40:15), as ofertas de paz (Levítico 3:17), a parte dos sacerdotes nos sacrifícios (Levítico 6:18, 22; 7:34, 36), o sacrifício anual de animais pela expiação dos pecados (Levítico 16:29, 31,34), etc. Os adventistas, normalmente, não ensinam que sacrifícios de animais, queima de incenso ou a guarda da páscoa têm que ser continuados hoje; porque, entã, deveriam eles argumentar que a guarda do sábado tem que ser continuada hoje?
    • Jesus não veio para revogar a lei. Mateus 5:17-18 diz: "Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas: não vim para revogar; vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra." Neste trecho, Jesus está ensinando que seu propósito não era contra a lei. Ele não veio para demolir ou destruir a lei. De fato, Ele era o cumprimento da lei. A lei predisse a vinda de Cristo e a nova aliança que ele haveria de trazer. Esta passagem não está, certamente, ensinando que cada "i" ou "til" da lei obrigaria para sempre; nem os adventistas afirmam isso. Mas em vez disso, que toda a lei e os profetas haveriam de desempenhar suas funções propostas, até o seu cumprimento.

    Segue abaixo...

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  10. • Jesus disse para orarem para que sua fuga não fosse no sábado. Mateus 24:20 diz: "Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado." Nesse trecho, Jesus estava considerando a iminente destruição de Jerusalém. Ele deu aos seus discípulos o sinal pelo qual eles poderiam saber quando a hora de fugir houvesse chegado. E ele os aconselhou a orar para que sua fuga não viesse em um tempo difícil. Havia várias razões porque seria mais difícil fugir no sábado. Normalmente, os judeus trancavam as portas da cidade no sábado, e poderiam ser impedidos em sua fuga por judeus fanáticos; o sábado dificultaria a capacidade dos cristãos para comprar os mantimentos necessários para a fuga. Quando Jesus os avisou para que orassem para que a fuga não fosse num dia de sábado ou no inverno, ele não estava admitindo que os cristãos deveriam guardar o sábado, mais do que deveriam guardar o inverno.
    • O papa mudou o sábado. Quando os argumentos da Bíblia lhes falham, os adventistas gostam de tentar provar que os primeiros cristãos guardavam o sábado, mas que esta guarda foi mais tarde mudada para o domingo, pela igreja católica. Mesmo descontando a evidência da Bíblia, esta afirmação pode ser desmentida historicamente. Tanto Inácio como Justino Mártir se referem aos cristãos adorando no domingo e eles escreveram no segundo século, muito antes de haver um papa ou uma igreja católica. Mas pesquisar através de documentos históricos é desnecessário. A Bíblia decide a questão e isso deveria ser suficiente para aqueles que têm fé em Deus.

    Obrigado.

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  11. Para mim o mais importante é identificar os erros de interpretação, hermeneutica e possiveis distorções, que vc tem esse dom por ser isento de doutrinas romanas e protestantes.

    Obrigado

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  12. Teófilo,

    Primeiramente peço calma e paciência, pois tenho que analisar cuidadosamente a cada argumentação e estudar muito para lhe ajudar.
    Mas antes ainda tenho que responder a 5 questionamentos do Elvis que ainda estão pendentes, a 29 do Zergon que está sendo de grande proveito para mim, pois está me permitindo fazer lindas descobertas e a mais algumas contextualizações para o Tertuliano, que tem haver com as sua dúvidas.
    Sendo assim peço muita oração para que eu possa desenvolver um trabalho correto e de acordo com a vontade de D-us.

    Agradecemos desde já a confiança e o apoio.

    Shalom

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  13. Metushelach,

    Pode ter certeza que suas análises dos casos citados estão me ajudando bastante também, e por isso recorro a você, por ter certeza que as respostas estarão debaixo do dom dado por Deus à você de desfazer "nós teológicos" feitos por Roma e o protestantismo. Aceito aguardar minha vez na fila porque tenho certeza de obter uma resposta imparcial e genuína.

    Eu que agradeço por você compartilhar conosco seu conhecimento, e continuarei a orar por você e para que o blog possa abrir os olhos espirituais.

    Shalom

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  14. Prezado Metushelach Ben Levy,

    Aproveitando o assunto em pauta, gostaria de saber se os versículos abaixo relacionados entre si, dariam subsídio para a alegação da aboliçao do sabado como dia de descanço:

    Os 2:11
    Cl 2:14-17
    Rm 14:5-6
    Cl 4:9-10
    At 15:1,24
    Gl 4:24,31 (alegoria da abolição da lei)

    Pois tem me causado uma certa dúvida, e gostaria muito de ter uma visão judaizada sobre o assunto dentro desses versiculos.

    Sou um grande admirador do judaismo messianico mas ainda nao entendo bem alguns conflitos.

    Desde Já agradeço.

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  15. Gostaria de acrescentar mais um versículo: Lamentações 2:6

    Agradeço novamente.

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  16. Celso Lopes,

    Agradecemos a visita, e assim que pudermos analisaremos cada texto pontualmente.

    Fique na Shalom de Yeshua HaMashiach.

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  17. Metushelach,

    Que bom que voltou, tenho orado com esse propósito...

    Esse blog tem sido fundamental em minha fé.

    Shalom

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  18. Teófilo,

    Estamos com restrição de tempo, mas assim que der eu posto a analise de seus pontos sobre o shabat, enquanto isso de uma olhada nos artigos A Lei foi Abolida? - Parte I
    A Lei foi Abolida? - Parte II, que com certeza lhe ajudará um pouco.

    Shalom.

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  19. Teófilo,

    Vamos analisar o primeiro ponto.

    Em que lugar da Bíblia está escrito que os mandamento deveriam ser guardados até a morte de Yeshua???????????? Não existe tal coisa nem de forma explícita e nem implícita em lugar nenhum. O que existe é uma leitura ignorante de certos versículos, dos quais temos que consultar os originais para provarmos o erro e a falta de contexto e as vezes até um anti semitismo se envolve na causa.

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  20. (Ef 2.14-15).

    Esta parece ser uma contradição entre as palavras de Yeshua (Jesus) e as palavras do apóstolo. Yeshua disse que não veio para "abolir" a Torá e o apóstolo dos gentios (Paulo) disse que Yeshua aboliu na sua carne a "Torá dos Mandamentos na Forma de Ordenanças". Na verdade são os detalhes do texto que provam que não! Muitos teólogos se baseiam neste texto para afirmarem que YESHUA ABOLIU A LEI. Mas, cometem um erro básico de interpretação. Paulo é explicito ao afirmar que, o que YESHUA aboliu foi: A LEI? Não! Foi a "LEI DOS MANDAMENTOS EM FORMA DE ORDENANÇAS" isto é apenas um elemento com várias expressões. Na verdade deve-se entender a palavra "ordenanças" no original para uma compreensão precisa.

    "Ordenanças" no grego é o substantivo "dogmas" [dogmaV], esta expressão pode ser traduzida como interpretação, dogma, doutrina de homens, etc. Esta expressão grega aparece no Novo Testamento sempre associado com "ordenanças de homens" nunca com ordenanças dadas por D'us. A palavra grega para ordenanças no N.T. é dikaioma [dikaiwma] e não dogma. Esta é a diferença básica.

    Concluímos com isto que, o que Yeshua aboliu foram "AS ORDENANÇAS DO HOMEM, OU AS INTERPRETAÇÕES DOS HOMENS SOBRE A TORÁ QUE É FORMADA POR MANDAMENTOS".

    Se observarmos o início do trecho citado e analisarmos a história perceberemos que isto faz sentido. O texto diz que Yeshua derrubou a parede de separação que estava entre judeus e gentios, fazendo a paz. Esta parede era literal, no templo de Jerusalém existiam compartimentos para os visitantes do templo. Estes compartimentos eram separados por paredes ou muros, existia o pátio dos sacerdotes, dos homens judeus, dos gentios e das mulheres. Sendo assim os judeus estavam mais próximos do templo e os gentios separados destes, estavam mais distantes. Mas, pergunta-se: Onde está na Torá ou nos Profetas uma ordenança que diz que os gentios que temiam o D'us de Israel deveriam ficar longe dos judeus ou separados por um muro dos mesmos? Em lugar nenhum! Na verdade esta era uma "INTERPRETAÇÃO ou UMA ORDENANÇA DE HOMENS", um dogma que afastava os não-judeus da Torá e da presença de D'us. Foi exatamente esta distinção que Yeshua veio abolir. Para que dos judeus e gentios fizesse apenas um povo, nele, cada um cumprindo seu chamado, mas tendo Yeshua como o centro de todas as coisas. Isto é o que Rav Shaul (apóstolo Paulo) chama de "Mistério". Sem dúvida algo maravilhoso para refletirmos.

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  21. Teófilo,

    Referente as passagens de Romanos 7 do verso 4 ao verso 7 segue explanação detalhada:
    7.4 Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para D-us.
    C: Aqui vemos o ponto de ligação principal entre a narrativa do Capítulo 6 e a deste Capítulo respaldando tudo o que comentamos anteriormente.
    No fim do versículo vemos o motivo de sermos alcançados pela graça de D-us para que em novidade de vida possamos frutificarmos, passagem análoga a Mateus 13 na parábola do semeador e de João 15.1-8, e em Efésios 2 também vemos esta mesma ordem de fatos onde o homem casado e servindo ao pecado é chamado pela graça de D-us para que em novidade de vida produza as boas obras, ou aqui os frutos, então vemos que a obediência ao contrato de casamento, que é a Ketubah símbolo da Torah é na realidade as boas obras, que no contexto de Efésios não salva ninguém mas é a marca, o sinal, a insígnia de quem é salvo, pois a fé sem obras é morta conforme Tiago 2, então vemos a integração contextualizada de que as boas obras não salva, mas o salvo possui boas obras como marca característica de ser ele uma nova criatura nascida de D-us.
    Outro ponto importante a se frisar aqui seria a questão do que seria morrer relativamente à lei, (novamente tento explicar o erro que muitos cristãos que converso, comentem aqui neste ponto, afirmo que morremos para aspectos da Lei e não no sentido que morrendo com Cristo somos desobrigados de qualquer e todo direcionamento que a Toráh pode nos propor.) Primeiro é que a Lei aqui contextualizada se refere primeiramente a Lei Conjugal como já pudemos observar anteriormente, pois logo na continuação do versículos vemos o motivo de termos que morrer, que é para que possamos pertencer a outro, a saber, Yeshua.
    Mas há outros aspectos da Lei para qual morremos quando aceitamos o sacrifico do Mashiach para limpeza de nosso pecados e assim sermos alcançados pela graça de D-us, e um dos aspectos é o da maldição, penalidade e castigo aplicados aos que desobedecem à Lei, outro aspecto é a capacidade de gerar nos que desobedecem o sentimento de culpa irremediável, e o ultimo e mais complexo aspecto é a da capacidade de despertar o pecado no não salvo conforme discorrido por Shaul (Paulo) principalmente no versículo 7 e nos posteriores.

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  22. 7.5 Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei operavam em nossos membros, a fim de frutificarem para a morte.
    C: No não regenerado o pecado que é o seu marido e senhor opera em seus membros através da Lei a frutificação para morte, em contra-posição ao regenerado que ao se casar com Yeshua, de posse de sua nova natureza que agora é a de filho de D-us, tem por incumbência frutificar para D-us (Vers. 4), e este frutificar nada mais é que a obediência por amor e gratidão à D-us, assim é gerada as boas obras na vida dos salvos, não para mérito e por vontade do salvo mais por ele possuir a inclinação ao Espírito (Rom. 8:6-9) e assim o Senhor pode gerar nele tanto o querer como o efetuar estas boas obras (Filipenses 2.13-15), e estas boas obras como visitar os órfão e as viúvas em suas necessidades e se guardar da corrupção do mundo (conforme Tiago 1:27), que é a verdadeira e pura religião.
    Shaul ao se utilizar da palavra carne (sarx no grego), ele não se referiu somente ao corpo físico, mas a todos os pensamentos, emoções e desejos físicos que compreendem a natureza humana, e especialmente a natureza humana como é encontrada em pessoas antes de serem alcançadas pela graça. Em 1 Cor. 5:17
    Shaul diz: “ Se alguém estiver unido ao Mashiach, é uma nova criação”, ou seja essa pessoa tem uma segunda e nova natureza humana controlado pela Ruach HaKodesh (Espírito Santo). A velha natureza morreu com Yeshua (Rom.6:5); e pelo poder da Ruach, ela continuará morta, nada devemos a ela, no sentido de que deveríamos obedecer às suas paixões pervertidas e equivocadas (Rom. 8:1-13). Pelo contrário, uma vez que estamos unidos a Yeshua, devemos a D-us obediência aos seus desejos e ordens.

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  23. 7.6 Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra.
    C: Caducidade, em direito, é o estado a que chega todo o ato jurídico tornando-se ineficaz em conseqüência de evento surgido posteriormente. É o estado daquilo que se perdeu valia, tida, até então, antes que algo acontecesse.
    Vimos na explicação acima que algo precisa acontecer para que a lei se torne caduca, então o que aconteceu? Pelo contexto de Romanos 6 e 7, o que aconteceu foi a morte, e pelo que vimos nos versículos 2 e 3, a lei continua sendo a conjugal, portanto se concluir que a lei conjugal que fazia o homem casado com o pecado caducou pelo fato de o homem ter morrido, assim o homem que morreu não fisicamente mais transcendentalmente e ressuscitou pode agora casar em novidade de espírito com um novo Noivo, e não mais estar ligado pela Lei Conjugal, já caducada pela morte, com o seu antigo marido o pecado.
    Uma vez que Yeshua sofreu o castigo por nossa desobediência a Toráh, fomos libertos (Katargeo em grego como no Vers.2) de como já dissemos anteriormente do aspecto de penalidade e morte imposto pela Toráh, e é este aspecto que leva os não regenerados como cita no Vers. 5 a produzirem frutos para morte.
    Relembrando os aspectos da Lei que comentamos no versículo 4, aqui eles também se encaixam pois se morremos com Cristo, fomos libertos (1) do aspecto da Lei que nos criava a propensão para recorrer a uma estrutura legalista corrompida para nossa pretensa auto-justificação, digo pretensa pois a Toráh nunca foi dada para justificação mas sim para a Vida. Fomos libertos (2) do aspecto da Lei que nos gerava o sentimento de culpa irremediáveis resultantes da desobediência, mas que agora encontramos o remédio que é a confiança definitiva na expiação final de Yeshua pelo pecado (Rom. 3:21-23), seguida por uma constante confissão e arrependimento dos pecados (1 João 1:9-2:2) junto com a restauração do que foi prejudicado e a dependência do poder da Ruach HaKodesh (Espírito Santo) (Rom. 7:25-8:39). Fomos Libertos (3) das penalidades e maldições aplicadas ao que desobedecem a Toráh, como conseqüência de nossa libertação destes aspectos da Lei que produziam os frutos para a morte, servimos agora de uma nova forma, provida pelo Espírito, que escreveu a Toráh em nosso coração conforme já citamos (Jeremias 30:31-34) e reafirmada em (Hebreus 8:8-11 e 10:15-22) e uma alusão a (Ezequiel 36:26-27), e não do antigo jeito de seguir exteriormente a letra da lei, compare Rom. 2:29 e 2 Cor. 3:6.
    É evidente que, se a Toráh foi escrita nos corações dos regenerados, eles não estão libertos da Toráh, mas sim dos aspectos que geravam os frutos para morte quando eles não eram ainda regenerados.

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  24. 7.7 Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás.
    C: Aqui podemos ver Shaul (Paulo) delimitando um dos aspectos da Lei que gera os frutos para a morte nos não regenerados conforme apontamos no comentário final do versículo 4. Esse aspecto da Toráh tem a capacidade de fazer os não regenerados pecarem conforme notamos nas passagens de Romanos 2:18; 3:20; 5:13 e 20, mas esta capacidade não é uma falha da Toráh, mas é uma falha em nós mesmos. Uma pessoa saudável se sai bem em um ambiente fatal para alguém que está doente, de igual modo a Toráh, é benéfica para os regenerados que vivem pela fé, mais é um instrumento de morte para aqueles controlados por sua natureza pecaminosa, ou digamos ainda casados com o pecado. A falha em nós mesmos é que temos uma propensão pecaminosa ((Yetzer Hará) conforme Rom. 5:12-21) para usarmos indevidamente a Toráh, transformando-a em uma estrutura de legalismo, e não no que ela é, uma estrutura de graça (Rom. 6:14-15; 8:2).
    “Não Cobiçarás”. o décimo mandamento (Ex. 20:14(17); Deut. 5:18 e plenificado por Yeshua em Mat. 5:22, pode ser violado sem um ato externo: alimentar a inveja no coração já é pecado. Portanto, este exemplo é bem apropriado para provar que a Toráh não pode ser interpretada como um conjunto de regras de comportamento a serem seguidas mecanicamente, de modo legalista, somente pela letra, no entanto os regenerados por terem sua nova natureza inclinada ao Espírito, interpretarão a Toráh de modo espiritual (Rom. 7:14) e não pela letra (2 Cor 3:6), aplicando a essência de seus ensinamentos e instrução que trazem vida (Deut. 30:11-20).

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  25. ENTÃO OS DEZ MANDAMENTOS FORAM DADOS PARA TODOS E NÃO SÓ PARA OS NOSSOS IRMÃOS JUDEUS,ECLESIASTES.12:13,GÊNESIS 2: 1AO3. NÃO EXISTIA AINDA POVO JUDEU OU HEBREU O SHABAT JÁ ERA INSTITUÍDO POR DEUS ENTÃO NOS DAR A ENTENDER QUE TODOS DEVERIAM OBSERVA-LO.ME AJUDE SE EU ESTIVER ERRADO,QUE A SHALOM DE ADONAI ESTEJA SOBRE VÓS.

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  26. Metushelach Ben Levy

    Shalom!!

    Eu sou adepto a cultura e religião judaica, pois creio que a verdade está neles, e também minha família de 3 gerações anteriores vieram da Polonia invadida, tenho uma certa posição de que sou descendente de judeus, porém não foi me ensinado nada da cultura judaica, somente a católica e posterior a protestante (pentecostais). Eu quero saber se eu como possível judeu devo cumprir com os mandamentos do Altíssimo, ou sendo gentil não preciso, minha dúvida é mais na questão gentílica, como o Altíssimo se agrada do gentil, ele deve cumprir os mandamentos, caso sinta interesse, e caso não sinta interesse ele estaria desagradando a D'us?

    Shalom

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    Respostas
    1. Caro Alexandre,

      Primeiramente tudo depende de sua sinceridade em se relacionar com D-us, de sua busca por santificação, pela busca de se conformar a estatura de varão perfeito, de fazer com que a imagem e semelhança de D-us e seu ungido seja refletida em sua vida em sua jornada.
      Saiba que tudo começa pelo primeiro paço, e não no meio da jornada, então ore, busque, se santifique e procure humildemente saber o que D-us espera da sua vida, e o quanto você está disposto a responder a este chamado.
      E entenda mandamento de D-us advém de uma Instrução Amorosa e não imposição sem sentido e escravizadora.
      Pense bem nisso, e se for de sua vontade prosseguiremos no dialogo.

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    2. Sim, tenho lido os inscritos de Deuteronômio, onde o HaSem diz que as bençãos viriam se obedecermos a Ele, e a maldição caso desobedeça. O que eu entendi, que quando buscamos a vontade de HaShem, por mais difícil que seja Ele nos proverá em tudo que precisamos e necessitamos, e quando não obedecemos, acaba nos distanciando daquilo que Ele tem preparado para nós, em outras palavras, confiar no Altíssimo para realizar a sua e saber que o mesmo se lembra de nós e não nos deixará passar por certas dificuldades, e caso isso acontece e a prova de que eu dependo ainda mais do Altíssimo Elohim de Ysrael

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    3. Este comentário foi removido pelo autor.

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