שמע ישראל י-ה-ו-ה אלקינו י-ה-ו-ה אחד
Shemá Yisrael Adonai Elohêinu Adonai Echad

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

PARASHÁ REE “ראה” (Olhem, Vejam)

Parashát: Devarim: 11:26 á 16:17 (clique para ler)

Haftará: Yeshayahu 54:11 á 55:5 (clique para ler)


Resumo da porção semanal Reê:


Reê é a 47ª porção da Torah, e a 4ª de Devarim, nesta altura Moshe reafirma algumas das leis que foram promulgadas anteriormente na Torah, começando com a apresentação de dois caminhos ao povo, determinando bênçãos em vida aos que optarem em obedecer à Torah, e aos que abandonarem a obediência à Torah a simples determinação que lhes sobrevêm o titulo de malditos.
É de central importância nesta porção o mandamento de estabelecer um Santuário Central, uma vez que os israelitas se assentem na Terra Prometida. Os sacrifícios só poderão ser oferecidos naquele lugar e sempre de acordo com os procedimentos prescritos. Esta lei é minuciosamente detalhada, pois somente um centro espiritual único, poderia evitar, que os Filhos de Israel se sentissem impelidos a adotar as práticas de seus vizinhos pagãos.
No trecho 13:2-6 fala de como distinguir um profeta verdadeiro de um falso. Os filhos de Israel são lembrados de seu Oficio entres as nações de serem um reino de sacerdotes e uma nação santa (Shemot 19:5). Diversas leis são novamente elencadas como ás praticas alimentares (Cashrut), abstenção de praticas pagãos e o de se parecer com tais praticantes, e o encalço da justiça social na pratica diária de Tsadaká.
Haftará Reê é a terceira das setes Haftarot de Consolo, lidas entre 9 do mês de Av (Tishá BeAv) e o Rosh Hashaná. Assim como na leitura da Torah, esta porção dos profetas enfatiza a escolha entre o bem e o mal, e a garantia aos obedientes e tementes a D-us que serão recompensados ainda nesta vida pela escolha certa, sem contar o que acontecerá no mundo vindouro.
Vamos falar sobre o que nos leva a obedecer alguns mandamentos cujo os significados vão muito além de nosso entendimento, assim sendo os obedecemos não por entendermo-los mas por Temor ao Senhor. Mas o que significa ter Temor ao Senhor?
Será que significa que devemos ter medo da desaprovação de D-us sobre nós? Deveremos viver no medo sobre uma perspectiva de um futuro julgamento pelos nossos pecados?
A fim de considerar tais questões, vamos considerar um versículo da Torah:
“Agora, pois, ó Israel, que é que o Senhor requer de ti? Não é que temas ao Senhor, teu D-us, e andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor, teu D-us, de todo o teu coração e de toda a tua alma” (Devarim 10:12)
Nesta declaração sumária do que D-us exige de nós, vemos que o Temor ao Senhor - Yirat YHWH: é mencionado em primeiro lugar.
Em primeiro lugar temos de aprender a TEMER corretamente ao Senhor, e só então poderemos ser capazes de andar em Seus caminhos, para amá-lo, e para servi-lo com todo nosso coração e alma. Mais uma vez, o requisito de TEMER ao Senhor teu D-us é colocado em primeiro na lista...
Na verdade, o Temor ao Senhor é dito ser o principio da sabedoria conforme o Salmo abaixo:
“ O Temor ao SENHOR é o princípio da sabedoria; revelam prudência todos os que o praticam. O seu louvor permanece para sempre”. (Tehilim 111:10)

As escrituras claramente declararam que; o Temor ao Senhor leva a vida – “O Temor ao SENHOR conduz à vida; aquele que o tem ficará satisfeito, e mal nenhum o visitará” (Mishlei 19:23)

A palavra hebraica YIRAT (יראת) traduzida em muitas versões da Bíblia é “temor” mas a palavra YIRAT tem um alcance de significado muito maior nas Escrituras Sagradas. Às vezes refere-se ao medo que nós sentimos em antecipação de algum perigo ou de sofrimento, mas também pode indicar admiração ou reverência. Neste último sentido, a palavra YIRAT inclui a idéia de maravilha, espanto, admiração, gratidão, e até mesmo adoração (igual a um sentimento que começa quando nós admiramos algo maravilhoso).
Então “O Temor ao Senhor”, portanto, inclui uma esmagadora sensação de glória, dignidade, e a beleza do único verdadeiro D-us.
Alguns dos Sábios Rabinos da antiguidade ligaram a palavra YIRAT com a palavra ‘Ver’ - quando nós realmente ‘vemos’ a vida como ela é, nós seremos preenchidos com a admiração e temor sobre a glória de tudo isso. Cada sarça será iluminada com a presença de D-us e o solo onde caminhamos, de repente, será visto como sendo Santo (Êxodo 3:2-5). Nada vai parecer comum, ou trivial ou insignificante. Neste sentido, ‘temor e tremor’ diante a D-us é uma descrição da consciência interna da santidade da vida em si (Salmo 2:11, Filipenses 2:12).
O autor Abraham Joshua Heschel escreveu; “Temor é uma intuição para a dignidade de todas as coisas, uma percepção de que as coisas não só são o que são, mas também têm, no entanto remotamente, algo supremo. Temor é um sentido para a transcendência, para o mistério para além de todas as coisas. Isso nos permite perceber no universo as insinuações do Divino, ao sentir a grandeza no comum e no simples: sentir-se na agitação da passagem da quietude do que é eterno. O que nós não podemos compreender por análise, nós nos tornamos conscientes de temor” (Heschel: D-us em busca do Homem, ARX, 2006)
Hershel continua: “O temor ao Senhor é o início da sabedoria” (Salmo 111:10) e observa que tal temor não é o objetivo da sabedoria, mas seu meio; Começamos com temor que nos leva à sabedoria.
 
Segundo a sabedoria judaica, existem três “níveis” ou tipos de YIRAT - TEMOR.
· O 1º nível é o medo das conseqüências desagradáveis ou do castigo; chamado Yirat ha'onesh: Este, talvez seja como nós normalmente pensamos sobre a palavra ‘medo’. Antecipamos algum tipo de sofrimento e queremos fugir dele. Mas lembre-se de que esse medo também pode vir daquilo que você acredita que os outros podem vir a pensar sobre você. As pessoas muitas vezes fazem coisas (ou não fazem) a fim de obter aceitação dentro de um grupo (ou para evitar a rejeição). As normas sociais são seguidas para evitar que seja condenado ao ostracismo ou a rejeição.

· O 2º tipo de medo é concernente com a ansiedade provocada por quebrar a lei de D-us, às vezes chamado de Yirat HaMalchut: este tipo de medo motiva as pessoas a fazerem boas ações, porque elas têm medo que D-us irá puni-las nesta vida (ou no mundo por vir). Este é o conceito básico do ciclo moral da causa e do efeito. Como tal, este tipo de medo é fundado na auto-preservação, embora em alguns casos o motivo possa ser misturado com um desejo genuíno de honrar a D-us ou para evitar o juízo de D-us por causa dos pecados cometidos (Mateus 10:28; Lucas 12:5).
No Mandamento (Mitzvá) de não falar maledicências aos surdos ou colocar um tropeços no caminho dos cegos, por exemplo, a Torah acrescenta, “você deve temer ao Senhor seu D-us”(Levitico 19:14).
D-us não tolera o mal ou a injustiça, e os que praticam a maldade e a injustiça tem uma verdadeira razão para ter medo (Gálatas 6:7-8). D-us provará a qualidade das obras de cada um. (1º Coríntios 3:13). Pois todos nós devemos comparecer perante o tribunal, para que recebamos de acordo com as nossas obras, quer sejam obras boas, quer sejam más. (2º Coríntios 5:10).

·O 3º (e valioso) tipo de medo é uma profunda reverência à vida que vem justamente da maneira de ver a realidade. Este nível discerne a Presença de D-us em todas as coisas e é às vezes chamado Yirat HaRomemnut, ou ‘Temor do Exaltado.
Através dele podemos contemplar glória e Majestade de D-us em todas as coisas.
'Temer' e ‘como Ver’ estão ligados e Unidos. Nós somos elevados para o nível de sensibilização reverente, Santo afeto, e verdadeira comunhão com o Espírito Santo de D-us. O repudio a maldade e a injustiça é uma maneira de Temor a D-us (Provérbios 8:13 João 3:20-21).

Voltando à nossa pergunta: O que significa a palavra YIRAT – Temor em Devarim 10:12?
Devemos considerar como medo ou temor? Nós devemos temer a D-us através de uma sensação de que estaremos sendo ameaçado por ELE por causa dos nossos pecados e transgressões, ou devemos considerar-lo no temor na reverência por causa da Sua magnitude?
Esta pergunta é vital, pois dependendo de como responderemos isso afetará como caminharemos nos caminhos de D-us, se vamos amá-lo, e como vamos servir-lo, se, com todo o nosso coração e alma ou não (Deuteronômio 10:1)
O Chofetz Chaim (Rabbi Israel Meir) ensinava que mesmo que o medo da punição de D-us possa dissuadir do pecado em curto prazo, mas por si só é insuficiente para manter uma vida nos caminhos de D-us, uma vez que este medo é baseado em uma idéia incompleta sobre D-us. Este medo Vê D-us em termos dos atributos da Justiça, mas esquece-se de D-us como o Salvador, misericordioso e cheio de graça.
Se nós estivermos evitando os pecados só porque nós temos medo da Punição de D-us, e como se nós limpássemos o ‘exterior do copo’ enquanto o interior ainda está cheio de corrupção e podridão...
Ou nós podemos tentar encontrar raciocínios para desculpar-nos da ‘responsabilidade legal’. Nós podemos parecer exteriormente religiosos, “espirituais”, bons, obedientes, ‘observantes da Torah’... , mas interiormente nós podemos estar em um estado de alienação e rebelião. ‘ o Coração é enganoso acima de todas as coisas...’

O Messias nos ensinou que precisamos de um renascimento “espiritual” para ver o

Reino de D-us (João 3:3). Este é o novo princípio de vida de D-us (ou seja, Chayim chodashim:) que opera a ‘lei do espírito da vida’ (Romanos 8:2, 7:23).

D-us ama seus filhos com Ahavat Olam - Amor eterno, e nos seduz em Chesed, ou seja, na Sua Graça. (Jeremias 31:3). Note que a palavra traduzida ‘te atrai’ vem do Hebraico mashach que significa “agarrar” ou “arrastar para perto” (a palavra grega usa o verbo helko para expressar a mesma idéia). Como Yeshua disse; ‘ninguém é capaz de vir a mim, a menos que ele seja ‘arrastado ate a mim’ pelo Pai (João 6:44).

A Chesed – Graça de D-us nos seduz-nos, e nos leva cativo ate o Salvador Messias... ‘o “Renascimento espiritual” é um ato divino da criação, ‘não genético, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem (reencarnação), mas da vontade de D-us’ (João 1:13). D-us sempre é proeminente.


O Rabino Hanina (Talmud) ensinava: ‘tudo está nas mãos dos Céus exceto o

Temor do S-nhor, porque se diz, ‘E agora, Israel, o que o S-nhor teu D-us quer de ti; é que temas ao S-nhor teu D-us’ (Talmud Berachot 33b).

É uma luta para ver e pensar com clareza. Muitos de nós nos tornamos tão amargurados e cansados por causa das nossas preocupações cotidianas que nós mal podemos abrir os nossos olhos para contemplar a glória em torno de nós.

Nós temos andado “dormindo”, bocejando pelo nosso caminho através da ‘glória cósmica’ que nos rodeia.

Nós devemos cultivar o temor em nossos corações conscientemente lembrando a

Presença e a salvação de D-us.

Como disse o Rei Davi: Shiviti Adonay le’negedi tamid – Coloco Adonay sempre diante de mim. Estando Ele à minha direita, não serei abalado (Salmo 16:8)

Alguns dos Sábios Rabinos da antiguidade interpretam que este versículo significa que nós devemos Imaginar a Presença de Shechiná em frente de nós em todos os momentos da nossa vida.

Na Tradição judaica, Há um tipo de arte (pintura ou desenho em quadro) meditativa chamada ‘Shivitis’ que foram concebidos para nos lembrar que estamos sempre na Presença de D-us. Muitas vezes estes quadros são colocados na parede leste de uma Sinagoga.

Os ‘Shivitis’ são interpretações artísticas da instrução, ‘saiba diante de quem você está’- em Hebraico: Da lif’nei mi Atá omed. Que geralmente ficam escritos acima do ‘Aaron Kodesh’ (o armário no qual a Torá e guardada).
Às vezes os ‘Shivitis’ também são ‘cantados’, como uma ‘meditação falada’. Essas ‘técnicas’ são destinadas a instilar em nós a sensação de que a glória de D-us preenche todo o Universo e que devemos nossas vidas a ELE. Uma vez que cada pessoa é criada a ‘b'tzelem Elohim’ (na imagem de D-us).
O filosofo judeu Martin Buber (1875 -1965 Áustria) considerava que cada pessoa que está diante de nós como um ‘shiviti’ - um lembrete da Presença de D-us. (porque são criadas a imagem de D-us). Martin Buber dizia; ‘D-us está nos relacionamentos’

No Talmud os sábios ensinavam; ‘Para quem reverencia a D-us, todo o mundo foi criado por causa dessa pessoa. Essa pessoa é igual em valor para todo o mundo’ (Talmud Berachot 6b). Isso pode ser uma hipérbole, mas isso me lembra o conto ‘Chassidico’ que diz que; ‘cada pessoa deve andar na vida com duas notas, cada uma em um bolso. Em uma nota deve ser as palavras: ‘bishvili nivra ha'olam’ –“por minha causa foi este universo criado” e em outra nota as palavras: ‘anochi afar ve'efer’- ‘Eu sou pó e cinza’.

Da mesma forma, é evidente que ambos, os sentidos Yirat – Temor são chamados para dentro de nossos corações. Temos temor do S-nhor nosso juiz e ainda estar em Temor do custo da sua redenção. Devemos temer constantemente O Pecado. Devemos “ter medo” de tropeçar e desonrar a D-us com a nossa vida. Nós devemos ser vigilantes, alertas, acordados, conscientes e atentos a Presença de Adonay em todas as coisas.

‘Saber diante de quem você está’ - Da lif’nei mi atah omed. É Uma reverente e focada atitude que significa ‘praticando a presença de D-us’ em nossa vida quotidiana.

Toda a terra está repleta de sua glória, se tivermos o olho da fé para ver (Isaias 6:3). Estamos rodeados por D-us e Sua amorosa presença e nada pode nos separar do seu amor, demonstrado através do Messias (Romanos 8:38-39). Todo o Universo está dentro de D-us; ‘Adonay, tu tens sido a nossa Maon (habitação), de geração em geração’ (Salmo 90:1). ‘Em D-us nós vivemos e movemos e existimos’ (Atos 17:28).

D-us nunca vai nos deixar nem nos abandonar (Hebreus 13:5). ELE disse; Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu D-us; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra da justiça. (O Messias) Isaias 41:10.

Nós geralmente fazemos uma distinção entre ‘fé’ e ‘temor’, mas esta distinção precisa ser de alguma forma qualificada. Às vezes, o ‘temor’ implica a ausência de ‘fé’, e a nós é ordenado a banir tais medos de nossos corações: ‘Al Tirá - Não temas, porque eu sou com você’ (Isaias 41:10). Mas quando nos aproximamos D-us, nós devemos estar sempre em ‘temor’, mostrando reverência e humildade. Nossa fé no amor de D-us nunca deve remover admiração e reverência de nossos corações.



benção ou maldição
Considere Deuteronômio 11:26-28, Veja! Hoje eu ponho diante de vocês a bênção (brachá) e a maldição (kêlala): Vocês receberão a bênção se obedecerem aos mandamentos (mitzvot) de Adonay, nosso Deus, que estou dando a vocês hoje; ou receberão a maldição, se não obedecerem às suas leis, mas rejeitarem os mandamentos que eu lhes estou dando hoje e adorarem outros deuses que vocês não conheciam.
ou como Moisés posteriormente coloca ele Eis que coloco diante de vocês neste dia a vida e morte, benção e maldição. Por isso, escolham a vida para que você e seus descendentes possam viver.

A Parashá (porção) Re'eh começa com a advertência para cada um de nós ‘Ver!’ - Para abrirmos os nossos olhos e os nossos corações e mentes e ver o mundo que foi colocado diante de nós. Este “ver” é a sua redenção e a sua bênção. Você pode experimentar a liberdade de escolher a bênção oferecida a você quando sua visão é clara das falsas crenças, medo ou da ilusão da “religiosidade”. D-us nos manda VER, porque sem uma visão clara, pode não ser possível discernir entre a benção da maldição.

D-us está querendo dizer o seguinte: A escolha é sua. Você pode escolher benção na sua vida, ou maldição. Se você quiser bênçãos, então cumpra os Mandamentos (Mitzvot). Se você quiser maldição, então não siga meus mandamentos (Mitzvot) de D-us na Torá.

O que a Brit Hadashá (NT) nos ensina sobre os mandamentos de D-us? Yohanan (João) nos da à resposta definitiva: 1° João 5:3. Pois amar a D-us é obedecer aos seus mandamentos (mitzvot). E os seus mandamentos não são difíceis de obedecer.
Nada poderia estar mais perto da verdade! NÃO É MESMO?



A Chesed (Graça), dada através do Espírito generoso de Adonay, em primeiro lugar permite-nos devidamente obedecer a seus mandamentos! Se não fosse pela Chesed (Graça) de D-us muitos de nós já teríamos sido destruídos.
Moisés sabia que a Ruach Hakodesh - Espírito de D-us é que dá a Torá (lei) a um indivíduo, então o mesmo Espírito de D-us também escreverá a Torá (lei) em seu coração, permitindo-lhe cumpri-la!

Novamente, sem o Espírito de D-us que está (ou deveria estar) dentro de você, não será possível você defender a lei (Torá).
Considere isto: Jeremias 31:33 ‘Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz Adonay: porei a minha Torá (lei) no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu D-us e eles serão o meu povo. E não ensinarão mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: conhecei a Adonay; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até o maior, diz Adonay; pois lhes perdoarei a sua iniqüidade, e não me lembrarei mais dos seus pecados. ’

Alguém que se diz ‘cheio do espírito santo de D-us’ pode ensinar doutrinas e dogmas contra a Torá (lei)? Pode uma pessoa ‘cheia do espírito santo’ falar contra o Sábado (Shabat) e Festas do S-nhor (Moadim)?

Esta pessoa pode estar cheia de tudo, de dogmas e doutrinas e etc. menos cheia do Espírito Santo de D-us.
Sendo que o próprio D-us nos diz que ele escreveria a Torá (lei) em nossos corações.
Escolher entre a benção e a maldição. Este processo obriga a uma pergunta: porque alguém escolheria a maldição? Por que alguns de nós não escolhemos a benção? A resposta está nas palavras de Yeshua (Jesus) o Messias registrada em Mateus 7:13-14. Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à destruição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que conduz à vida, e poucos são os que a encontram.


Yeshua quer dizer que: ‘O caminho que conduz à destruição é tão amplo e tão fácil que muitos seguem esse caminho, mesmo sabendo que ele conduz a destruição. Um caminho sem Torá, lei, sem ética, sem verdade moral’.

Os Montes
Considere Deuteronômio 11:29, Quando Adonay D-us os levar para a terra que vão possuir, vocês anunciarão a bênção no monte Gerizim e a maldição no monte Ebal..

Uma vez que Israel entrasse na terra, com a liderança de Yehoshua (Josué), eles tinham que ter uma cerimônia ou um ritual reafirmando a aliança, o que eles tinham aceitado acerca de um ano após deixar o Egito. Deuteronômio 27, este tópico é mais detalhado em Josué 8:35, quanto o ritual realmente ocorreu.
Foram 3 vezes que reafirmaram a aliança.
*A 1° foi no Monte Sinai,
*A 2° nos últimos 2 capítulos de Deuteronômio quando estavam em Moabe.
*A 3° quando entraram na terra prometida (a terra de Israel).

O lugar onde se efetua esta cerimônia de reafirmação da Aliança é definido como; Monte Gerizim e Monte Ebal. O caminho para Shechem corta entre eles com Gerizim ao Sul da estrada e Ebal ao Norte. É no Monte Gerizim, que as bênçãos da Torá foram lidas e proclamadas; mas no Monte Ebal as maldiçoes da Torá foram lidas e proclamadas.

Acredite ou não, existe uma lógica e padrão por trás desta escolha.

Há um significado “espiritual” da direção Leste. Lembre-se como o acampamento de Israel era ordenado de forma que para certos grupos eram atribuído locais permanentes de acordo com as 4 direções. O leste é sempre preeminente. Quando você fica em direção ao Leste, qual a direção do seu lado direito? - Sul. Monte Gerizim estava para a direita, o Sul. Uma vez que o lado direito é considerado o que vence, em seguida, no Monte Gerizim foi dado o privilégio de ter as bênçãos lidas. Quando você fica em direção ao Leste, a sua esquerda é o Norte; e no Norte era o Monte Ebal a sua esquerda onde foram pronunciadas as maldiçoes. Lado esquerdo - Norte.
um ponto final: estes dois montes, o lugar precisamente onde a Aliança foi retificada, estão agora nos territórios conhecidos como Cisjordânia.(West Bank)





Os Seis verbos
Em Deuteronômio 13:4, Após Adonay nosso Deus andeis, e a ele temeis; os seus mandamentos guardem, e a sua voz ouvireis; a ele servireis, e vocês apeguem a ELE.

Incorporado dentro do texto da Torá é um versículo que contém seis verbos no aspecto imperfeito, que implica uma ação contínua. Adonay nos ensina; Quem nós somos e como devemos a viver. Considere o que cada um implica:
Andarás תֵּלֵכוּ
Literalmente lê-se no texto “Após Adonay seu Deus, você deve caminhar.” O que significa “andar após Adonay teu Deus?

Resposta em 1°João 2:5-6. Mas qualquer que guarda a SUA palavra, nele realmente se tem aperfeiçoado o amor de D-us. E nisto sabemos que estamos nele; aquele que diz estar NELE, também deve andar como Yeshua andou.
Também é escrito no Salmo 119:133 Firma os meus passos na tua Palavra; e não se apodere de mim iniqüidade alguma. Andar após Adonay significa viver (andar) na sua Torá como Yeshua nosso Messias viveu e andou — para ver a vida através destas perspectivas e fazer escolhas baseadas em sua palavra a Torá.
Muita paz têm os que amam a tua lei (Torá), e não há nada que os faça tropeçar. Espero, Adonay, na tua salvação, e cumpro os teus mandamentos (Mitzvot). A minha alma observa os teus testemunhos (Eidut); amo-os extremamente. Observo os teus preceitos e os teus testemunhos, pois todos os meus caminhos estão diante de ti... Profiram louvor os meus lábios, pois me ensinas os teus estatutos (chukim). Espero ansiosamente por tua salvação (yeshuah), ó Adonay; a tua lei (Torá) é o meu prazer.
Salmo 119:166-174
Temerás תִירָאוּ
“o temor de D-us” é o início da sabedoria e conhecimento. O que significa “temeram ao S-nhor”?
A palavra significa mais do que “mostrar respeito”, a definição popular entre os teólogos modernos. A palavra ao transmitir a idéia de “respeitar” também significa “temor” & “tremor” e estando conscientes de sua própria vulnerabilidade.



O Temor do S-nhor - Yirat Adonay significa ‘estar na presença de D-us em todos os momentos da nossa vida’. É a percepção consciente de que D-us nos vê e está profundamente preocupado com as nossas vidas. ‘Há um olho que vê e uma orelha que ouve e todas as nossas ações são escritos em um livro’ (Talmud Pirkei Avot 2: 1).


Enquanto “a andar após ELE” transmite uma imagem da amizade e proximidade, “temerás” significa que devemos sempre vê-lo através de sua Majestade absoluta, e nunca podemos considerar ELE como um nós, trazendo-o a banalidade. Salmo 50:21 registra uma das acusações feitas contra Israel pelo El Elion – D-us Altíssimo: “.Vocês fizeram essas coisas, e eu fiquei calado; por isso, pensaram que EU era igual a vocês. Porém agora vou repreendê-los; vou mostrar-lhes os seus erros..” salmo 50:21
Dar atributos que são de seres humanos á D-us, é trazê-lo a banalidade é trazê-lo ao nosso nível pecaminoso. D-us não é homem ou um Ser Humano e etc., D-us está muito alem da nossa compreensão, não somos capazes de definir o que D-us é. Somos capazes de compreendê-lo através dos seus atributos os quais estão incorporados no Messias Yeshua.



Guardarás תִּשְׁמֹרוּ
“Guardar” se refere à atividade da “prática”, que é a manutenção. Quando nós dizemos “guarda o seu mandamento” denota um aspecto pessoal e comunitário. Da mesma maneira que você iria proteger um rebanho, impedindo o perigo de entrar e qualquer ovelha sumir. “vigilância” o mandamento tem dois aspectos: certificando-se que os mandamentos são respeitados e que o que D-us proibiu não seja feito.
“Guardar” então significa que nós devemos ser diligentes na manutenção da nossa vida de acordo com regras de D-us na Torá. Você deve fazer tudo ao seu alcance para prosseguir na manutenção dos mandamentos como ocorrência natural no seio da Comunidade e da Congregação. Você não pode compreender os Mandamentos (Mitzvot) se não fizer uma investigação diligente dos textos das Escrituras. Porque razão? É nas Escrituras que D-us descreveu os Mandamentos detalhadamente e da sua palavra você pode obter o ensino e seus significados e propósitos. Sua vontade de ocupar-se em saber a vontade de D-us na Sua Palavra reflete como você é determinado em “guardar” Seus Mandamentos (Mitzvot).

Ouvirás תִשְׁמָעוּ
Shema b’kol é traduzido como “ouvir a voz” mas no hebraico é mais do que isto, é um modo de exprimir a obediência. Daí, logo depois nós temos o verbo Shomer “guardar”. Shema e Shomer ambos transmitem o sentido de obedecer e praticar, mas cada um enfatiza um aspecto ou perspectivas na obediência.
Esta frase hebraica, “ouvir a voz” = obedecer, nasce da experiência da amizade e companheirismo. Uma pessoa não consegue ouvir o a voz do outro a menos que as duas coisas existam:
* Você tem uma disponibilidade para ouvir e
* Você está em posição próxima o suficiente para ouvir.
O cerne de um filho de Adonay é aquele que escuta atenciosamente a o som da Sua voz.
Os Filhos e Filhas da Aliança de D-us estão sempre vinculados ao sentido da escuta veiim shamoa tish’meun - e se verdadeiramente me escutares...


Servirás תַעֲבֹדוּ
As palavras serviço ou trabalho que é Avodá em hebraico na qual é freqüentemente traduzida e entendida como “culto” no Tanach (Escrituras). Yeshua (Jesus) cita Deuteronômio 6:13 em Mateus 4:10 quando tentado por HaSatan (O opositor): ‘A Adonay teu D-us adorarás, e só a ELE servirás’. Servir é a resposta automática da verdadeira adoração ou o chamado culto.

Apegarás - colarás תִדְבָּקוּן
Este verbo Devak é o mesmo verbo usado em Gênesis 2:24 ‘e ‘colará’ (Devak) à sua mulher, e serão uma só carne. Ou seja, uma só pessoa’. Isto é a “Linguagem do amor ” fala da amizade e companheirismo.

A palavra hebraica para ‘cola’ é Devek na qual vem da mesma raiz. Devak é a palavra usada para descrever como o homem se ‘apega’ a sua mulher para serem uma só pessoa (basar echad) Genesis 2:24. E é também relacionada à palavra para as ‘juntas do corpo humano’ – Debek Jó 19:20.

Os Devakim são aqueles que colaram ou se agarram forte no S-nhor durante os anos de caminhada no deserto deuteronômio 4:4. E de todos nós é requerido reverenciar ao S-nhor D-us e Devak (colar-se) e ser unido NELE. Deuteronômio 6:4-6 & João 15:1-5


Na Cabalá judaica Devakut é o ato “espiritual” mais elevado na escada celestial que leva de volta a D-us.
A Parashá também instrui sobre; Os Maasserot: Os dízimos (produtos agropecuários) que o agricultor em Israel devia separar na época do Templo - Beit HaMikadesh. E também sobre os Maaser Sheni: o segundo dízimo (produtos agropecuários), consumido pelo proprietário em Jerusalém.
Os Dízimos sempre estão relacionados à comida, alimentos, produção agro-pecuária.



Não que não houvesse dinheiro nos tempos bíblicos, algumas taxas para o Templo só eram aceitas em forma de dinheiro (Êxodo 30:14-16 e 38:24-31).
*O dinheiro era utilizado para comprar sepulturas (Gênesis 23:15-16).
*O dinheiro era usado para comprar bois para serem oferecidos em sacrifícios. (II Samuel 24:24).
*Era utilizado para pagar tributos. (II Reis 23:33,35).
*Era utilizado para comprar imóveis (Jeremias 32:9-11).
*Para pagar salários (II Reis 22:4-7).
Dízimo na Bíblia é sinônimo de alimento, e isto é um fato!!
Ofertas podiam ser trazidas em forma de dinheiro (II Reis 22:4-7)
Mas, quando o assunto era dízimo, somente ovelhas, bois, grãos, comida, Dinheiro nunca! Por este motivo, em nos nossos dias, dízimo não é o dízimo bíblico. Seu dinheiro entregue naquele envelope não é, e nunca será um dízimo à luz da Bíblia.

Foi D-us quem soberanamente estabeleceu o que é dízimo e o homem não pode mudar em suas doutrinas religiosas financistas. (Levítico 27:30-32). Curiosamente, o dizimista não tinha que separar o PRIMEIRO para D-us, mas o DÉCIMO, o último.
Os animais iam passando por debaixo da vara do pastor. O dízimo ou o décimo era separado e entregue ao S-nhor. Quem tivesse nove ovelhas estava automaticamente isento do dízimo.

Maaser Sheni; Os dízimos deviam ser comidos pelos dizimistas na presença do Eterno, no local que Ele ordenasse.
1* Que o dízimo deveria ser calculado sobre o fruto das sementes, cereal, vinho, azeite, vacas e ovelhas.
2* Que o dizimista deveria comer seus dízimos no lugar no qual D-us indicasse.
3* Que o dizimista poderia vender o dízimo e com o dinheiro apurado comprar o que desejasse comer e beber a sua alma. Mas, nada de levar dinheiro à presença do S-nhor! Se alguém não pudesse transportar os dízimos em forma de alimentos, bois e vacas, então a pessoa deveria vendê-lo e com o dinheiro comprar outras coisas para comer, BEBER e se alegrar.
4* Que o décimo animal (não o primeiro) deveria ser separado para D-us.
Alguns teólogos hoje, tomando o texto de Provérbios 3:9, tentam incutir na mente do povo que devemos dar primeiro para D-us. Mas, o termo ‘primícias’ está ligado a qualidade e não a seqüência quantitativa.
5* Que deveriam dar o dízimo ‘quando o S-nhor teu D-us te tiver abençoado’. Dízimo na Bíblia sempre aparece numa escala crescente. De lucros, de ganhos, de bênçãos, de aumento de renda. Nunca num ambiente decrescente, de prejuízos, de recessão, de pouco dinheiro. ‘Todo o bem que vos abençoar o S-nhor vosso D-us.’ ‘Quando o S-nhor teu D-us te tiver abençoado’. Quando um israelita era abençoado, somente nesta situação deveria ele deveria trazer os dízimos ao S-nhor. Abraham também deu dízimos sobre um aumento de rendas. Ya'akov (Jacó) fez um voto a D-us sob a mesma base. Se fosse abençoado daria dízimos.
6* Que era dizimável; o aumento de renda das benção advindas da agro-pecuária. Nenhum texto diz que lucros sobre outras atividades produtivas deveriam ser dizimadas.
7* Dízimos poderiam ser utilizados para fazer caridade. (Deut. 14:28-29).




Se os religiosos modernos pegam o principio de dizimar ou ‘dar dizimo’, tudo bem, mais deviam fazer isto com honestidade e verdade, podem chamar de mensalidade, anuidade e etc. & tal , mas ... Dízimo biblicamente falando não o é!
Falso profeta - Navi Sheker
Considere com bastante atenção Deuteronômio 13:1-5, Se levantar no meio de vós profeta, ou sonhador de sonhos, e vos anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o sinal ou prodígio de que vos houver falado, e ele disser: Vamos após outros deuses - deuses que nunca conhecestes - e sirvamo-los! Não ouvireis as palavras daquele profeta, ou daquele sonhador; porquanto o S-nhor vosso D-us vos está provando, para saber se amais o S-nhor vosso D-us de todo o vosso coração e de toda a vossa alma Após o S-nhor vosso D-us andareis, e a ele temereis; os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis; a ele servireis, e a ele vos apegareis E aquele profeta, ou aquele sonhador, morrerá, pois falou rebeldia contra o Senhor vosso Deus, que vos tirou da terra do Egito e vos resgatou da casa da servidão, para vos desviar do caminho em que o S-nhor vosso Deus vos ordenou que andásseis; assim exterminareis o mal do meio vós.
A Torah afirma claramente, em muitos lugares que suas leis NUNCA devem ser abolidas.
Um verdadeiro profeta ou uma pessoa que tenha o ‘dom de profecia’ é um porta-voz de D-us. Na época Profetas freqüentemente testificavam sua autenticidade com um sinal específico ou sinal de maravilhas. Deuteronômio 13 avisa que mesmo se o sinal ou algo espantoso que o Profeta fizer e, ou sua previsão vier a ter sucesso, ele ainda poderia ser um falso profeta. Sinais e maravilhas não são a prova final.



Moisés diz que um falso profeta pode executar sinais e maravilhas para testar a fidelidade de Israel a Torá. Yeshua avisa em Mateus 24:24 falso Profetas surgirão e mostrarão grandes sinais e maravilhas.


Como você pode saber se é um profeta falso ou um profeta verdadeiro? Moises ofereceu o teste padrão saber isto em Deuteronômio 18:21-22 diz, E, se disseres no teu coração: Como conheceremos qual seja a palavra que Adonay falou? Quando o profeta falar em nome do Adonay e tal palavra não se cumprir, nem suceder assim, esta é a palavra que Adonay não falou; com presunção a falou o profeta; não o temerás.

No exemplo de saber se o profeta (ou hoje se há dom de profecia na pessoa), a Torah é como a “autoridade rabínica Kasher”, verificando para ver se o produto é kasher (permitido). Se o profeta provar ser verdadeiro e provar estar de acordo com a Torah, a Torah “carimba” esse profeta com seu heksher (selo kosher).

Porque quando uma pessoa busca por alimentos kasher, ela mantém sempre cuidado para verificar se o alimento esta de acordo com a Torá ou não, antes de colocá-lo em sua boca. Assim também nós devemos ter cuidado para verificar um profeta e sua profecia, para ver se ele e sua profecia são “Kasher”, ou seja, verificar se estão de acordo com a Torah de D-us, antes de nós a a deixamos entrar em nossos ouvidos e se instalar em nossos corações.
Se uma pessoa profetizar um sinal, uma maravilha ou uma predição, e essa predição não vier a acontecer exatamente como ela falou, tal pessoa deve ser considerada um falso profeta e nunca mais deve ser ouvido outra vez. De fato, nos dias do Sanhedrin, o falso profeta era posto à morte por apedrejamento.

Bom seguindo este raciocínio, se o que o profeta (ou a pessoa que profetizou) vier a acontecer exatamente do jeito que ela falou, nós devemos considerá-lo um verdadeiro profeta de D-us? A resposta é Não. Há um segundo critério para determinar se um profeta é verdadeiro; um profeta verdadeiro não vai contra a Torah de D-us e seus mandamentos.

Considere sempre Deuteronômio 13:5, E aquele profeta, ou aquele sonhador, morrerá, pois falou rebeldia contra Adonay vosso Deus, que vos tirou da terra do Egito e vos resgatou da casa da servidão, para vos desviar do caminho em que Adonay vosso Deus vos ordenou que andásseis; assim exterminareis o mal do meio vós.

Esta passagem se faz muito clara sobre um profeta ou sonhador ou uma pessoa hoje com dom de profecia em relação de ir contra os Mandamentos (Mitzvot) de D-us na Sua Torah. Ou seja, mesmo que tudo que esta tal pessoa dizer acontecer exatamente como falou, ou ate fizer sinais de maravilhas e vier esta tal pessoa falar contra a Torah, esta tal pessoa é um falso profeta. Desta forma D-us nos ensina como diferenciar tais profetas (ou sonhadores ou hoje pessoas com o dom de profecia)

* Primeiramente, se um profeta predisser uma coisa que venha passar, sua predição deve provar ser verdadeira. Se o sinal, a maravilha ou a predição falharem, sua profecia é falsa.
* Em segundo, se o milagre, o sinal ou a predição vierem ser verdadeiros mesmo isto não lhe faz um profeta de D-us. Sua mensagem deve ser consistente com a Torá.




Se em sua mensagem, profecias for algo contrário aos Mandamentos (Mitzvot) de D-us, tais como a idolatria, profanação do Sábado e as Festas apontadas por D-us e etc. ele é um falso Profeta. Os sinais e as maravilhas sozinhos não são suficientes para provar que tal pessoa é um profeta verdadeiro ou uma pessoa com o dom de profecia. Deve também receber o teste da Torá.

Isto é algo muito serio! Hoje em dia isto tem sido levado extremamente na banalidade, Concerne àquelas pessoas que têm um hábito dizer a outra; “Eu tenho uma palavra do S-nhor para você”. Declararam-se como profetas ou cheio do “espírito santo” ou no ‘evangeliques’ tem a “unção”. CUIDADO! Se você tem tido este habito e tem se colocado nesta posição, pense muito bem, mais muito bem antes de abrir a sua boca pra ficar falando que D-us disse isto ou aquilo para você falar, leia o que eu está em Deuteronômio 18, porque você não terá outra escolha, e é melhor que sua palavra esteja correta de acordo com a Torá e tudo que você disse aconteça exatamente como tal. Pense muito bem antes de entrar nesta mania de “Zé ou Maria profetas” ou “profetadas” ou “revelações” ou “atos proféticos” ou “ta na unção”, pois você será julgado por tudo que sair da sua boca e D-us não tem por inocente aquele que usa seu Nome em vão. As conseqüências por entregar uma mensagem ou profecia falsa são consideravelmente severas.

O principio fica: Não dê ouvidos a lideres religiosos ou pessoas que se dizem profetas ou com o dom de profecia que são contra a Torá de D-us, mesmo o que ele ou ela disse aconteça exatamente como disseram; Pois isto só não basta para qualificar uma pessoa como profeta de D-us. Não coloque suas palavras na boca de D-us.
Yeshua (Jesus) ensinou a seus discípulos (Talmidim) manter a Torah de D-us, mesmo o menor dos Mandamentos (Mitzvot), e todas suas profecias provaram serem verdadeiras. Conseqüentemente, concordando com os critérios da Torah, Yeshua (Jesus) é legitimamente um ‘profeta kasher’.

Mateus 5:17-19 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei (Torah) um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido. Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus.

Nós não devemos imitar os costumes outros povos daqueles que estão fora do Reino dos Céus, não ouvir aqueles que gostariam de nos desviar dos mandamentos de D-us, as ‘Kashrut’ (regras da alimentares da bíblia), as festas do S-nhor, a Tzedakah e etc.
A Parashat Re’ê conclui com uma breve descrição das três festas de peregrinação – Pesach, Shavuot e Sukot – quando todos deveriam ir a Jerusalém e ao Templo com oferendas, para celebrar a sua prosperidade

3 comentários:

  1. Shalom Metushelach, bom em relaçao aos niveis de temor, gostaria de lhe fazer uma pergunta, o 3 nivel, onde o temor de D'us, nos faz perceber em toda criaçao, a presença de D'us, em nossa caminhada, algo em comum do que ocorria com o povo, a nuvem de dia, e o fogo de noite, os guiava?

    Em relaçao a andar em temor, diante de tua presença, onde quer que estejamos... se esse exemplo da nuvem, e do fogo, nos ajude a ilucidar esse 3 nivel de temor....Shalom Shalom!

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  2. Amigo Metushelach,

    Temos sentido sua falta aqui no blog e por email, onde vc está meu amigo, volte a nos ajudar, pessoalmente fiquei meio mal acostumado em sempre te pedir um posicionamento teológico antes de ter uma definição, mas vc não responde mais meus emails.

    Aguardo seu retorno a ativa como antes. Muitas almas tem sido abençoadas com seu trabalho, lembre-se disso.

    Fique na Graça. Shalom.

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  3. Olá,na verdade gostaria de tirar uma dúvida sobre a língua hebraica. Tentei ver como se escreve Israel em hebraico, e obtive três "versões": יִשְׂרָאֵל / (ש"ע) ישראל
    Gostaria de saber por que a última possui sinais sob as letras hebraicas e a primeira não. O que significa os sinais dentro dos parênteses? Que palavra, afinal, devo usar para grafar Israel em hebraico? Obrigado!

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